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Governo de MT asfaltou quantidade de rodovia suficiente para atravessar o Brasil de Norte a Sul
Desde 2019, o Estado já asfaltou 6.236,1 km de rodovias em todo o Estado.
/ Secom – MT
O Governo de Mato Grosso já asfaltou 6.236,1 quilômetros de rodovias em todo o Estado desde 2019. O número de asfalto executado em sete anos corresponde quase a quantidade de asfalto em rodovias asfaltadas que existiam em Mato Grosso até 2019, cerca de 6.400 km.
Para se ter ideia, 6.200 km é mais asfalto do que existem em 17 estados do Brasil. Com a meta de alcançar 7 mil km até o fim de 2026, é suficiente para asfaltar todas as rodovias de 13 unidades da nação, incluindo Santa Catarina, Paraíba, Rio de Janeiro e Rondônia. No caso do Rio Grande do Norte, seria possível asfaltar todas as estradas potiguares duas vezes.
É uma quantidade de asfalto suficiente para sair do Palácio Paiaguás em Cuiabá e chegar até Ushuaia, na Argentina, o ponto mais ao sul da América do Sul e, mesmo assim, sobrariam cerca de 500 quilômetros a mais executados pelo Governo de Mato Grosso, ou seja, daria para sair de Sinop.
Se alguém quiser dirigir do Oiapoque (Amapá) até o Chuí (Rio Grande do Sul) e cruzar o Brasil de Norte a Sul, vai percorrer 5.500 km, menos do que foi construído pelo Governo de Mato Grosso.
Em linha reta, 6.200 km é a distância entre Cuiabá e a Cidade do México, ou entre Santa Terezinha, um dos municípios mais distantes da capital e o Marrocos.
Seriam necessárias 1.386 voltas ao redor do autódromo do Parque Novo Mato Grosso para percorrer essa distância.
“O asfalto leva desenvolvimento. Ele melhora o escoamento da produção, reduz custos logísticos, fortalece o agronegócio e atrai novos investimentos para todas as regiões do Estado. Mas, principalmente, ele tira municípios do isolamento e conecta a população a serviços essenciais”, destacou o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Além do asfalto novo, o Governo de Mato Grosso também investiu na infraestrutura com a construção de 267 pontes de concreto, restauração de 3.778 km de rodovias e mais de 4 mil km de asfalto executados nos 142 municípios do Estado.
Política
‘PL não é puxadinho de governo’, dispara Fagundes após reunião secreta de Pivetta
Eu não faço política na pressão. Faço política no diálogo, na construção e no respeito.
/ GD
O senador Wellington Fagundes (PL) reagiu à tentativa do grupo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do ex-governador Mauro Mendes (União) em tentar tirá-lo da disputa eleitoral deste ano após se reunirem secretamente com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto.
Após o vazamento do encontro, Fagundes afirmou que o grupo quer tratar o PL de Mato Grosso como puxadinho do Palácio Paiaguás, mas que isso não ocorrerá.
O PL não é puxadinho de governo. O PL tem lado, tem história, tem liderança nacional e tem base em Mato Grosso. A decisão será tomada dentro do partido, com respeito, diálogo e responsabilidade, disse ao jornal A Gazeta.
Segundo ele, “o desespero de Pivetta e Mauro Mendes ocorre porque o seu nome é competitivo e estaria liderando as pesquisas de intenção de voto.
O que eu defendo é muito simples: disputa aberta, legítima e democrática. Já faz três anos que alguns tentam trabalhar na lógica de escolher adversário, controlar adversário ou, se possível, não ter adversário nenhum. Eu penso diferente. Mato Grosso é grande demais para ter candidatura escolhida em gabinete”, completou.
O senador ainda afirmou que respeita Mauro Mendes, mas que as decisões do PL serão tomadas internamente ouvindo as bases e o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Eu não faço política na pressão. Faço política no diálogo, na construção e no respeito. Candidatura não se impõe de fora para dentro. Candidatura nasce da confiança, da história e da vontade da base. E eu sigo trabalhando por Mato Grosso, com serenidade e firmeza”.
Contudo, Fagundes evitou criticar o deputado federal e pré-candidato ao Senado pelo seu partido, José Medeiros, que foi quem articulou a reunião entre Costa Neto, Mauro e Pivetta. Falarei com o Valdemar na terça-feira. Portanto, não posso ter opinião sobre isso, disse.
Apesar disso, o senador demonstrou bastante irritação ao movimento que Medeiros fez para tentar convencer uma aliança do PL com Pivetta, sob alegação de que o projeto prioritário é eleger senadores da República e não governadores.
A declaração ocorre após Mauro Mendes e Pivetta se reunirem com Costa Neto na tentativa de construir uma aliança na disputa ao governo. Em troca, o grupo ajudaria a eleger Medeiros senador e se comprometem no apoio a Fagundes em 2030 para sua reeleição ao Senado. O grupo governista tem insistido desde 2024 em uma aliança com o PL para a disputa eleitoral deste ano, aproveitando-se da resistência de algumas lideranças da sigla ao nome de Fagundes.
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