SANÇÕES
CEO do Bradesco se manifesta sobre bloqueio sobre Alexandre de Morais; banco irá cumprir a lei
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O presidente-executivo do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou nesta sexta-feira (1º) que a instituição financeira deve seguir a legislação norte-americana em relação às sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes pelo governo dos Estados Unidos. Em coletiva para comentar os resultados financeiros do segundo trimestre, Noronha foi direto:
“Não discutimos a lei, nós cumprimos a lei”.
A declaração ocorre após a inclusão de Moraes na lista da Lei Magnitsky, mecanismo que permite aos EUA impor sanções a pessoas acusadas de violar direitos humanos ou se envolverem em corrupção.
A medida impõe bloqueio de bens, restrições financeiras e comerciais, e impede transações com cidadãos e empresas americanas.
A posição do Bradesco ganha relevância diante do cenário de incertezas jurídicas e políticas. Bancos brasileiros com operações nos Estados Unidos, como é o caso da instituição comandada por Noronha, podem ser afetados diretamente pela legislação americana, caso mantenham vínculos financeiros com pessoas ou entidades sancionadas. Isso inclui o risco de sanções secundárias aplicadas pelo governo dos EUA.
Atualmente, o Bradesco opera nos Estados Unidos por meio de uma agência, uma filial e duas intermediárias. Apesar da declaração do CEO, o banco ainda não tomou uma decisão definitiva sobre possíveis medidas a serem adotadas.
Segundo Noronha, a equipe jurídica do Bradesco já elaborou um parecer interno, mas aguarda a conclusão de duas análises adicionais solicitadas a escritórios de advocacia americanos antes de tomar qualquer ação prática.
Brasil
Ministério da Previdência afasta dezenas de peritos médicos federais por alto índice de indeferimento em processos
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O Ministério da Previdência Social suspendeu o acesso de 167 peritos médicos federais ao sistema Atestmed. A medida cautelar ocorreu após auditorias apontarem que esses profissionais apresentavam taxas de negativas muito acima da média nacional (ultrapassando 70%), com análises documentais suspeitas concluídas em menos de cinco minutos.
- Taxas de recusa abusivas: Enquanto a média nacional de negativas no sistema fica em torno de 46%, os médicos investigados chegaram a recusar quase a totalidade de alguns lotes. Um dos peritos chegou a negar 96,6% dos pedidos de auxílio-doença analisados em um único mês.
- Avaliação superficial: As investigações apontaram que os profissionais usavam justificativas padronizadas e concluíam a checagem dos documentos em menos de 5 minutos, o que sugere a falta de análise individualizada dos laudos, exames e históricos médicos.
- Acesse a plataforma ou baixe o aplicativo Meu INSS para consultar o status atual do seu requerimento.
- Caso sua solicitação tenha sido negada, é possível pedir uma reconsideração na plataforma ou buscar o auxílio de um profissional focado na área para uma análise mais profunda do seu caso.
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