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SEGURANÇA

Investimentos de R$ 2 bilhões fortalecem Segurança e reduzem criminalidade em até 75% em MT

Recursos transformaram a estrutura das forças policiais e trouxeram mais tranquilidade para a população

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Os investimentos do Governo de Mato Grosso na Segurança Pública, que somam R$ 2 bilhões nos últimos sete anos, transformaram a estrutura das forças policiais e contribuíram para a redução dos principais índices criminais no Estado.

Os recursos foram destinados à modernização de equipamentos, à renovação da frota, à aquisição de armamentos, à implantação de tecnologias de monitoramento, à melhoria da comunicação entre as forças de segurança e ao reforço do efetivo policial.

“Segurança pública é uma prioridade do Estado. Desde 2019, investimos no fortalecimento das forças de segurança para enfrentar o crime com eficiência. É nossa obrigação, enquanto poder público, trabalhar para garantir paz e segurança à população. Em Mato Grosso, não vamos permitir que as facções criminosas se fortaleçam. Aqui, a política é de tolerância zero contra o crime”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

Entre as principais ações está a modernização do armamento das corporações estaduais. O Governo adquiriu cerca de 15,4 mil pistolas Glock, que substituíram os antigos revólveres calibre .38 e passaram a ser armas de porte funcional permanente dos policiais militares, civis e penais.

Também foram adquiridas aproximadamente 3 mil armas longas, entre fuzis, espingardas e outros armamentos de grosso calibre, ampliando a capacidade operacional das forças de segurança. Somando todas as aquisições realizadas desde 2019, o Estado já entregou mais de 22 mil armas às instituições de segurança pública, em um investimento superior a R$ 77 milhões.

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Na área de tecnologia, o Governo implantou o programa Vigia Mais MT, um programa de videomonitoramento que auxilia as forças de segurança no combate ao crime, com câmeras instaladas em pontos estratégicos dos 142 municípios do Estado. O sistema auxilia na identificação de criminosos, na localização de veículos roubados e furtados e no monitoramento de áreas públicas estratégicas.

Todas essas e outras ações contribuíram para a redução dos índices criminais no Estado. Os homicídios dolosos caíram 16% entre 2019 e 2025, passando de 804 para 675 ocorrências.

Os crimes de roubos em geral, que incluem roubos em comércios, residências e vias públicas, caíram 75% entre 2019 e 2025. O número de roubos registrados em Mato Grosso caiu de 13.978, em 2019, para 3.441, em 2025. A redução representa 10.537 ocorrências a menos nesses sete anos.

Já o roubo de veículos apresentou redução de 71% em 2025 na comparação com 2019. Foram registrados 1.837 roubos de veículos em 2019, número que caiu para 524, em 2025.

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A secretária de Estado de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho, destacou que esses índices são importantes para orientar a elaboração de políticas e estratégias de segurança pública.

“É necessário entender o impacto dessa redução dos crimes na vida de cada cidadão mato-grossense. Segurança pública é um serviço essencial, e os números apresentados comprovam que nosso trabalho está sendo mais eficiente para quem está nas ruas, em suas residências e no comércio”, avalia a secretária de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho.

Susane também citou o programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas como um dos fatores que contribuíram para a redução dos crimes.

“Os resultados que o Estado vem alcançando são consequência de uma política permanente de investimentos e do programa Tolerância Zero, que fortaleceu as forças de segurança e ampliou a capacidade de prevenção e repressão ao crime. Em Mato Grosso, o crime organizado não terá espaço”, concluiu.

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Mato Grosso

Centro-Oeste registra 8.768 mortes por diabetes e especialista alerta para aumento de casos em jovens

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O Centro-Oeste brasileiro registrou 8.768 mortes em decorrência do diabetes entre 2023 e 2024, segundo o estudo “Padrões de Mortalidade por Diabetes Mellitus no Brasil”, publicado em novembro de 2025. O dado, que reforça a importância do Dia Nacional de Combate ao Diabetes, celebrado em 26 de junho, acompanha uma mudança preocupante no perfil dos pacientes atendidos nos consultórios. Antes considerada uma condição predominantemente associada aos idosos, a resistência à insulina e o pré-diabetes passaram a ser diagnosticados com frequência em adultos jovens, adolescentes e até crianças.

“O grande perigo dessa condição está justamente em sua evolução silenciosa, muitas vezes não detectada pelos exames de rotina”, alerta a Dra. Renata Bussuan, coordenadora nacional do curso de pós-graduação em Endocrinologia da Afya Educação Médica. “Há pacientes com níveis pouco alterados de glicemia de jejum e hemoglobina glicada aparentemente controlada ou pouco aumentada,mas que já apresentam alterações significativas após a sobrecarga de glicose”, explica.

Por isso, a médica destaca a importância do Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG), exame que avalia a resposta do organismo após a ingestão de uma carga de açúcar e permite identificar indivíduos com alto risco de desenvolver a doença antes mesmo de sua consolidação.

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A especialista ressalta que o pré-diabetes representa um estágio intermediário da doença e exige intervenção imediata. “O mais importante é compreender que não se trata apenas de uma alteração laboratorial”, afirma. Segundo ela, o quadro indica que o organismo já apresenta dificuldades para metabolizar a glicose devido à sobrecarga do pâncreas.

Esse processo inflamatório tem uma causa cada vez mais frequente nos consultórios. “A gordura visceral, que se acumula na cavidade abdominal e ao redor dos órgãos, produz substâncias que dificultam a ação da insulina”, detalha a médica.

Apesar do elevado número de mortes registradas na região, o diagnóstico não representa um caminho sem volta. A identificação precoce das alterações metabólicas permite reverter o quadro e interromper a progressão da doença antes que ela se torne crônica.

“Na prática clínica, observamos que mudanças no estilo de vida, especialmente a redução da gordura abdominal e a adoção regular de atividades físicas, continuam sendo as estratégias mais eficazes para conter a evolução da doença”, conclui a especialista.

No entanto, o acompanhamento médico é indispensável para monitorar a evolução do quadro, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, intervenções mais adequadas para cada paciente”, conclui a especialista.

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