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LEVANTAMENTO

Infraestrutura em colapso: estudo internacional coloca o asfalto brasileiro entre os piores do mundo

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Especialistas em infraestrutura viária e engenharia de transportes consolidaram dados de um estudo internacional que classificou o asfalto brasileiro como o segundo pior do mundo. A pesquisa de mercado avaliou a malha rodoviária global com base em parâmetros técnicos específicos, indicando que o pavimento do Brasil superou em termos de precariedade apenas o da Rússia na amostragem geral.

Tecnicamente, as auditorias e matrizes comparativas levaram em conta fatores críticos como a durabilidade do revestimento asfáltico frente a intempéries, os custos de manutenção mecânica gerados nos veículos e os riscos operacionais diretos para a segurança no trânsito.

​Do ponto de vista da logística de transportes e da macroeconomia, as falhas estruturais crônicas na malha de rodovias geram gargalos que impactam diretamente a eficiência de distribuição física e a integridade dos cidadãos. Os testes de rodagem e monitoramento apontam prejuízos financeiros severos devido ao desgaste precoce de componentes de suspensão e pneus nas frotas de carga. O cenário de baixa resistência mecânica do polímero asfáltico nacional exige investimentos constantes em remendos superficiais de baixa durabilidade, o que impede a estabilização de um padrão logístico de longo prazo e perpetua índices elevados de sinistros nas estradas.

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Brasil

Ministério da Previdência afasta dezenas de peritos médicos federais por alto índice de indeferimento em processos

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O Ministério da Previdência Social suspendeu o acesso de 167 peritos médicos federais ao sistema Atestmed. A medida cautelar ocorreu após auditorias apontarem que esses profissionais apresentavam taxas de negativas muito acima da média nacional (ultrapassando 70%), com análises documentais suspeitas concluídas em menos de cinco minutos.

O pente-fino da Previdência revelou uma série de irregularidades que colocaram os indeferimentos em xeque:
  • Taxas de recusa abusivas: Enquanto a média nacional de negativas no sistema fica em torno de 46%, os médicos investigados chegaram a recusar quase a totalidade de alguns lotes. Um dos peritos chegou a negar 96,6% dos pedidos de auxílio-doença analisados em um único mês. 
  • Avaliação superficial: As investigações apontaram que os profissionais usavam justificativas padronizadas e concluíam a checagem dos documentos em menos de 5 minutos, o que sugere a falta de análise individualizada dos laudos, exames e históricos médicos. 
Essa situação abre um importante precedente. Se você teve o seu benefício negado pelo antigo auxílio-doença sem passar por uma avaliação minuciosa, a decisão pode ter sido injusta ou irregular. 
Para verificar os próximos passos, acompanhar o seu benefício ou contestar o indeferimento:
  • Acesse a plataforma ou baixe o aplicativo Meu INSS para consultar o status atual do seu requerimento.
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  • Caso sua solicitação tenha sido negada, é possível pedir uma reconsideração na plataforma ou buscar o auxílio de um profissional focado na área para uma análise mais profunda do seu caso.
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