Cidades
Cantor se surpreende ao encontrar Zezé di Camargo em flutuante durante pescaria no Rio Araguaia: ‘Sem acreditar’
Vitor Taça estava no Rio Araguaia para cantar nas pescarias, quando um dos guias disse que Zezé estava na região. Incentivado pelos amigos, Vitor cantou “Vem ficar comigo” para o famoso.
/ G1 – GO
O cantor Vitor Taça se surpreendeu ao encontrar o sertanejo Zezé di Camargo em um flutuante durante pescaria no Rio Araguaia. Em um vídeo gravado no momento do encontro, Vitor cantou a música “Vem ficar comigo”, do Zezé, lançada em 1995. “Ainda sem acreditar no que vivi. Isso foi só o começo”, descreveu em suas redes sociais.
O encontro aconteceu nesta quinta-feira (30). O cantor falou com o g1 e disse que estava no Rio Araguaia para cantar nas pescarias, quando um dos guias informou que Zezé estava na região em um flutuante. Foram os amigos de Vitor que o incentivaram a ir encontrar o famoso.
“Quando a gente foi chegando com a lancha perto do flutuante que ele estava e eu vi ele, não acreditei não, viu. Os amigos incentivando: ‘Pega o violão, que você vai cantar uma música pra ele’. Eu só deixando levar pela emoção ali, porque se depender de mim… eu estava em choque”, descreveu.
Vitor contou que ao chegar perto do flutuante em que Zezé estava, perguntou se poderia cantar para ele. “Ele falou: ‘Pode, com certeza!’ Ele foi chegando para beira do flutuante que ele estava e eu cantei uma música que eu gosto bastante”, relembrou.
Natural de Goiânia, o cantor tem 30 anos, trabalha com música desde os 14 anos, mas canta profissionalmente há quatro anos. Vitor declarou que Zezé di Camargo é uma inspiração. “É como se fosse um sonho pra mim, porque eu nunca imaginava estar frente a frente assim com o Zezé Di Camargo, por tudo que ele representa pra mim, principalmente por ter cantado pra ele e ele ter dado tanta atenção”, disse.
Cidades
Energia solar supera R$ 300 bilhões em investimentos
Setor cresce apesar de retração recente no mercado.
Apesar do avanço histórico, o setor enfrenta um cenário recente de desaceleração, com queda no ritmo de novos projetos ao longo do último ano.
Entre os principais fatores para a desaceleração estão cortes na geração de usinas renováveis que produzem energia excedente, sem compensação financeira aos empreendedores, e dificuldades de conexão para pequenos sistemas, relacionadas à capacidade das redes elétricas.
Principais números do setor:
• Investimentos acumulados: mais de R$ 300 bilhões;
• Empregos gerados: mais de 2 milhões na última década;
• Capacidade instalada: 68,6 gigawatts (GW) em operação;
• Arrecadação pública: R$ 95,9 bilhões;
• Participação na matriz elétrica: 25,3% (segunda maior fonte do país).
O crescimento ocorre mesmo diante de uma retração significativa em 2025. Segundo o levantamento, a potência adicionada à matriz energética caiu 25,6%, passando de 15,6 GW em 2024 para 11,6 GW no ano seguinte.
A presença da energia solar se espalha por todo o território nacional, com usinas de grande porte em diversas regiões e sistemas de geração distribuída instalados em mais de 5 mil municípios.
Ranking por estados:
Geração centralizada (grandes usinas solares):
• Minas Gerais: 8,6 GW;
• Bahia: 2,9 GW;
• Piauí: 2,4 GW.
Geração distribuída (pequenas usinas e telhados):
• São Paulo: 6,5 GW;
• Minas Gerais: 5,8 GW;
• Paraná: 4,2 GW.
Na avaliação da Absolar, os entraves recentes limitaram o potencial de crescimento do setor, resultando em fechamento de empresas, cancelamento de investimentos e redução de empregos. Segundo a presidente eleita do conselho da entidade para o período 2026–2030, Barbara Rubim, a prioridade será promover uma expansão sustentável da fonte solar, com foco em melhorias regulatórias, fortalecimento do mercado livre de energia e incentivo a tecnologias complementares, como armazenamento e hidrogênio verde.
Entre os principais pontos defendidos pela entidade, estão a regulamentação do armazenamento de energia elétrica junto ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Conforme a associação, as medidas podem ser feitas de forma infralegal, por meio de decretos presidenciais ou portarias de ministérios, sem a necessidade de aprovação de projetos de lei ou de medidas provisórias no Congresso.
A entidade também defende alterações para estimular projetos de armazenamento de energia solar no regime especial a setores da economia incluídos na reforma tributária.
Fundada em 2013, a Absolar reúne empresas e instituições de toda a cadeia da energia fotovoltaica e atua na articulação do setor em prol da transição energética no Brasil.
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