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Governador anuncia novo secretário adjunto de Turismo de Mato Grosso

Luis Carlos Nigro assume a área para ampliar a promoção dos destinos turísticos do Estado.

Publicado em

 / Secom – MT

O governador Otaviano Pivetta anunciou, Luis Carlos Nigro como novo secretário adjunto de Turismo de Mato Grosso. A pasta integra a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O governador destacou as potencialidades do Estado e o trabalho para ampliar a divulgação dos destinos turísticos mato-grossenses.

“O Luis conhece bem o setor, já fez um grande trabalho no passado e retorna agora para contribuir ainda mais. Mato Grosso tem um potencial enorme no turismo. Temos o Pantanal, Chapada dos Guimarães, Bom Jardim, a região do Araguaia, a Amazônia e os municípios ribeirinhos. Isso precisa virar oportunidade para as pessoas, com geração de emprego, renda e desenvolvimento para o Estado”, ressaltou Otaviano Pivetta.

O novo secretário adjunto falou do compromisso assumido para ampliar a competitividade do Estado na área.

“Nós vamos continuar investindo para que possamos ter um Estado economicamente viável na área do turismo. Mato Grosso é muito rico em belezas naturais e nós vamos trabalhar para levar esse potencial para o Brasil e para o mundo”, disse.

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A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckan, ressaltou a experiência de Nigro no setor. “Ele tem conhecimento profundo do turismo e já está contribuindo com projetos importantes. Vai ser uma força técnica muito importante para o Estado”, afirmou.

Luis Carlos Nigro é empresário do setor hoteleiro e serviços ligados ao turismo.

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Cidades

Energia solar supera R$ 300 bilhões em investimentos

Setor cresce apesar de retração recente no mercado.

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 / Agência Brasil
Os investimentos acumulados em energia solar no Brasil ultrapassaram a marca de R$ 300 bilhões, considerando tanto grandes usinas quanto sistemas de geração própria. Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Apesar do avanço histórico, o setor enfrenta um cenário recente de desaceleração, com queda no ritmo de novos projetos ao longo do último ano.

Entre os principais fatores para a desaceleração estão cortes na geração de usinas renováveis que produzem energia excedente, sem compensação financeira aos empreendedores, e dificuldades de conexão para pequenos sistemas, relacionadas à capacidade das redes elétricas.

Principais números do setor:

• Investimentos acumulados: mais de R$ 300 bilhões;

• Empregos gerados: mais de 2 milhões na última década;

• Capacidade instalada: 68,6 gigawatts (GW) em operação;

• Arrecadação pública: R$ 95,9 bilhões;

• Participação na matriz elétrica: 25,3% (segunda maior fonte do país).

O crescimento ocorre mesmo diante de uma retração significativa em 2025. Segundo o levantamento, a potência adicionada à matriz energética caiu 25,6%, passando de 15,6 GW em 2024 para 11,6 GW no ano seguinte.

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A presença da energia solar se espalha por todo o território nacional, com usinas de grande porte em diversas regiões e sistemas de geração distribuída instalados em mais de 5 mil municípios.

Ranking por estados:

Geração centralizada (grandes usinas solares):

• Minas Gerais: 8,6 GW;

• Bahia: 2,9 GW;

• Piauí: 2,4 GW.

Geração distribuída (pequenas usinas e telhados):

•  São Paulo: 6,5 GW;

•  Minas Gerais: 5,8 GW;

•  Paraná: 4,2 GW.

Na avaliação da Absolar, os entraves recentes limitaram o potencial de crescimento do setor, resultando em fechamento de empresas, cancelamento de investimentos e redução de empregos. Segundo a presidente eleita do conselho da entidade para o período 2026–2030, Barbara Rubim, a prioridade será promover uma expansão sustentável da fonte solar, com foco em melhorias regulatórias, fortalecimento do mercado livre de energia e incentivo a tecnologias complementares, como armazenamento e hidrogênio verde.

Entre os principais pontos defendidos pela entidade, estão a regulamentação do armazenamento de energia elétrica junto ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Conforme a associação, as medidas podem ser feitas de forma infralegal, por meio de decretos presidenciais ou portarias de ministérios, sem a necessidade de aprovação de projetos de lei ou de medidas provisórias no Congresso.

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A entidade também defende alterações para estimular projetos de armazenamento de energia solar no regime especial a setores da economia incluídos na reforma tributária.

Fundada em 2013, a Absolar reúne empresas e instituições de toda a cadeia da energia fotovoltaica e atua na articulação do setor em prol da transição energética no Brasil.

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