Policial
Adolescentes morrem em confronto com a Polícia Militar em MT
Adolescentes tentaram fugir da abordagem, mas apontaram armas para os policiais e foram baleados.
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Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, morreram depois de trocarem tiros com policiais da cavalaria e da Força Tática, em Nova Mutum (a 264 km de Cuiabá). Eles têm extensa ficha criminal.
Segundo a Polícia Militar, moradores da região da Rua dos Marmeleiros, no bairro Primavera, denunciaram que estavam tendo as casas invadidas pelos suspeitos. Os policiais foram até o local e encontraram uma casa que seria usada como ponto de venda de drogas.
Quando os adolescentes viram os policiais, saíram correndo pulando muros das casas vizinhas. Na perseguição, a dupla invadiu o quarto dos fundos de uma casa. Os policiais se aproximaram e viram os suspeitos com as armas apontadas para a equipe.
Um dos adolescentes tentou atirar nos agentes, mas a arma falhou. Os militares revidaram e os dois menores foram atingidos. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas nada pôde fazer e apenas constatou a morte.
Com a dupla, foi aprendido um revólver calibre 38 com cinco munições picotadas. Ainda conforme a PM, eles possem diversas passagens criminais, inclusive um deles teria participado em um homicídio ocorrido na cidade.
O local foi isolado até a chegada da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que fez os trabalhos de análises. Em seguida, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia.
A Polícia Civil investiga o caso.
Policial
Prefeito no Araguaia é indiciado por liderar grupo que torturou moradores em briga por grilagem de terras
Investigação concluiu que o prefeito Acácio Alves de Souza e comparsas agrediram fisicamente quatro moradores da zona rural para forçar a desocupação de terras.
/ Hiper Notícias
O delegado Daniel Antônio de Moura Neto, da Polícia Civil de Mato Grosso, formalizou o indiciamento do prefeito de São Félix do Araguaia, Acácio Alves de Souza (Republicanos), e de seus associados, Wallison Alves dos Santos e Juliano Cesar Alves Esteves. O trio é acusado de crimes de extorsão qualificada pela restrição da liberdade, lesão corporal de natureza grave e associação criminosa armada contra quatro moradores da zona rural de Luciara. A investigação concluiu que o grupo agiu de forma coordenada para coagir as vítimas a abandonarem suas propriedades rurais.
De acordo com o relatório policial, os crimes ocorreram no dia 13 de abril de 2025, nas imediações da Fazenda Capricho, em Luciara (cerca de 1.089 km de Cuiabá). Na ocasião, um grupo de aproximadamente dez homens fortemente armados abordou as vítimas e restringiu sua liberdade sob ameaça de morte. Durante o período em que estiveram sob o domínio dos agressores, os moradores foram submetidos a intensas agressões físicas, resultando em lesões graves, como a perda de elemento dentário por uma das vítimas, o que caracteriza debilidade permanente de função.
A investigação aponta que Acácio Alves de Souza atuou como mentor intelectual e executor material da empreitada criminosa. Segundo o inquérito, o prefeito estava presente no local dos fatos, integrando o grupo armado e participando ativamente da contenção e agressão aos ofendidos, visando a desocupação das terras para benefício econômico próprio.
Wallison Alves dos Santos foi reconhecido como o agressor mais violento, enquanto Juliano Cesar Alves Esteves teria fornecido suporte logístico e bélico para a ação. As provas coligidas incluem laudos periciais que confirmam a gravidade das agressões e exames que constataram lesões nas mãos de Wallison compatíveis com a prática de socos.
Além disso, armas e munições foram apreendidas nas residências de Acácio e de Juliano. Relatórios de inteligência e extração de dados telemáticos indicam que a associação criminosa possuía uma estrutura estável e permanente voltada para crimes agrários na região.
Em depoimento, o prefeito Acácio Alves de Souza exerceu seu direito ao silêncio. Os demais indiciados negaram a autoria dos delitos, porém, a autoridade policial considerou as alegações isoladas e em dissonância com o conjunto probatório técnico e testemunhal.
O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as devidas providências legais.
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