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Policial

Criminoso morre em confronto com a PM após sequestro de empresário

O suspeito foi baleado, socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

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 / GD

Um homem de 24 anos, conhecido como “Seninha”, morreu após confronto com policiais militares durante diligências relacionadas a um sequestro e extorsão de um empresário do agro, no começo da noite de domingo (12), no bairro Jardim Panorama, em Alta Floresta (MT). O caso também resultou na prisão de dois suspeitos, de 22 e 26 anos, e na apreensão de armas de fogo.

De acordo com informações da Polícia Militar, equipes de Carlinda foram acionadas após denúncia de que 4 suspeitos ligados a uma facção criminosa teriam sequestrado um empresário de 22 anos, que atua na compra e venda de grãos, nas margens do rio Teles Pires. O objetivo do grupo seria extorquir a vítima.

O empresário ficou sob cárcere privado por algumas horas, mas acabou sendo libertado. Durante as diligências iniciais, os policiais apreenderam uma pistola calibre .380, um revólver calibre .38, uma carabina calibre .22, um simulacro de pistola e um veículo Volkswagen Gol branco, utilizado na ação criminosa.

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Dois suspeitos que teriam dado apoio ao crime foram presos. Na sequência, os policiais militares de Carlinda se deslocaram até Alta Floresta para localizar outro envolvido no crime. Com apoio de equipes do 8º Batalhão da Polícia Militar, foram realizadas buscas no bairro Jardim Panorama, onde o suspeito conhecido como “Seninha” foi avistado em uma residência.

Ao perceber a presença policial, ele fugiu para uma área de mata. Foi realizado cerco e varredura no perímetro, quando o suspeito foi localizado portando uma pistola. Segundo a PM, ele teria apontado a arma em direção aos policiais, que reagiram para cessar a ameaça.

O suspeito foi baleado, socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Alta Floresta, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante atendimento médico.

As investigações seguem para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no crime.

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Policial

Quatro suspeitos de fazer família refém para roubar banco são presos

Crime aconteceu no fim de junho de 2025 em Cuiabá; um dos suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar.

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/ Rd News

O grupo que invadiu uma casa, vizinha de uma unidade do banco Sicoob, localizado no bairro Recanto dos Pássaros, em Cuiabá e fez uma família refém para tentar roubar a agência, foi alvo da Operação Passagem Oculta, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) nesta quinta-feira (16). Quatro pessoas foram presas.

Segundo a Polícia Civil, nesta quinta, são cumpridas 12 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo quatro mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular itinerante, e quatro quebra de sigilo de dados. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá

O crime aconteceu na madrugada do dia 30 de junho. Como informado na época, o grupo invadiu uma casa do bairro Recanto dos Pássaros que fazia divisa estrutural com a agência do Sicoob. Na ocasião, três moradores da residência foram mantidos em cárcere privado por aproximadamente quatro horas, mediante emprego de arma de fogo.

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O objetivo do grupo criminoso era abrir uma passagem na parede divisória e subtrair valores estimados em até R$ 1 milhão. A ação criminosa foi parcialmente frustrada após intervenção da Polícia Militar, que foi recebida a tiros pelos suspeitos.

No tiroteio, um membro do grupo criminoso acabou baleado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou a morte do homem ainda no local. Outro foi preso em flagrante, sendo posteriormente denunciado e condenado em processo autônomo.

Investigações e mandados

A partir do aprofundamento das diligências investigativas, a GCCO identificou a participação estruturada de outros quatro integrantes da organização, cada qual com função específica — execução, logística, transporte e vigilância.

As condutas foram tipificadas como roubo circunstanciado majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição de liberdade de vítimas e pelo concurso de pessoas. Diante das evidências, o delegado responsável pelas investigações, Igor Sasaki, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça.

As prisões preventivas decretadas com fundamento nos arts. 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal, para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal, diante da gravidade concreta da conduta, do elevado grau de planejamento e da habitualidade delitiva de parte dos investigados.

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