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Dono de distribuidora é morto dentro de casa e tem esposa levada por criminosos

Esposa da vítima foi feita refém e liberada em um matagal próximo, onde o veículo do casal foi incendiado. Câmeras de segurança registraram o carro da vítima saindo da residência.

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 / G1- GO

O empresário Cláudio Feitosa do Nascimento, de 54 anos, foi morto dentro de casa e a esposa dele levada por criminosos, em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. De acordo com a investigação, Cláudio e a mulher, de 49 anos, foram abordados pelos suspeitos assim que chegaram em casa e tiveram bens e dinheiro levados. Imagens gravadas por uma câmera de segurança mostram quando o carro do casal sai da residência.

Os nomes dos suspeitos não foram divulgados pela polícia, por isso até a última atualização dessa matéria não foi possível localizar as defesas.

Segundo o delegado Aluisio Nascimento Rangel, o caso aconteceu na madrugada desta segunda-feira (8), quando dois homens abordaram o casal na garagem da casa. A mulher disse aos policiais que acredita que o marido reagiu de alguma forma. Foi então que um dos homens fez três disparos de arma de fogo contra ele, que morreu no local.

Ainda segundo o apurado pela polícia, depois de matar o empresário, os homens levaram a mulher para dentro da casa e levaram alguns bens e dinheiro, além de produtos da distribuidora de bebidas, como cigarros e bebidas, que eram armazenados no local.

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Para sair da casa, os suspeitos usaram o carro do casal e levaram a mulher, que depois foi solta em um matagal próximo de Valparaíso de Goiás, também no Entorno do Distrito Federal. O carro foi incendiado no local e a mulher, liberada.

O delegado explicou que as investigações continuam para descobrir a identidade dos suspeitos e a motivação do crime.

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Polícia Civil prende homem com histórico de crimes patrimoniais em Alto Araguaia

Ele chegou a ser preso, mas, ao ganhar a liberdade provisória, voltou a praticar delitos.

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A Polícia Civil cumpriu, no final da tarde dessa quarta-feira (10.06), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 35 anos, investigado pela prática reiterada de crimes patrimoniais em Alto Araguaia. A ordem judicial foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Rondonópolis.

A prisão é resultado de um trabalho investigativo contínuo desenvolvido pela Polícia Civil, que identificou a reincidência criminosa do suspeito e reuniu elementos que demonstraram a necessidade da medida cautelar para garantia da ordem pública e interrupção da atividade delitiva.

De acordo com as investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Alto Araguaia, o homem possui um extenso histórico criminal, acumulando registros por, pelo menos, oito furtos, dois estelionatos, uma violação de domicílio e um crime de receptação. Desde 2022, ele vem sendo apontado como um dos principais autores de crimes patrimoniais na região.

Recentemente, o investigado havia sido preso em flagrante por furto, obtendo liberdade provisória em abril deste ano mediante o cumprimento de medidas cautelares impostas pelo Poder Judiciário. Contudo, mesmo submetido às restrições, voltou a praticar delitos poucos dias após sua soltura.

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Entre os fatos apurados está um golpe aplicado contra uma farmácia do município. Conforme as investigações, o suspeito realizava pedidos de produtos por aplicativo de mensagens e, no momento da entrega, apresentava comprovantes de transferências via PIX.

Posteriormente, verificava-se que os pagamentos haviam sido apenas agendados e eram cancelados logo após o recebimento das mercadorias. A Polícia Civil apurou que o mesmo método foi utilizado em prejuízo de outros estabelecimentos comerciais da cidade.

Diante da reiterada prática criminosa e da ineficácia das medidas cautelares anteriormente impostas, o delegado responsável pelas investigações, Marcos Paulo Batista de Oliveira, representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi acolhido pelo Juízo das Garantias do Polo de Rondonópolis.

Após o cumprimento do mandado e a formalização dos procedimentos legais, o preso foi encaminhado à Cadeia Pública local, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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