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PESCA PREDATÓRIA

Peixes de espécies proibidas são encontrados em máquina de lavar e galinheiro; homem é preso no Araguaia

A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar.

Publicado em

/ RDN

Um homem, já conhecido pelas forças de segurança por envolvimento recorrente em casos de pesca predatória na região, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (11), em Aragarças, suspeito de praticar pesca ilegal e comercializar espécies de peixes cuja captura é proibida na Bacia do Rio Araguaia. A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar.

O homem foi flagrado vendendo peixes em sua residência durante a manhã. A movimentação foi observada por um policial civil que seguia para o trabalho e percebeu uma negociação entre o morador e o condutor de um veículo.

Durante a abordagem ao comprador, o policial encontrou exemplares das espécies conhecidas popularmente como “bargada” e “cachara”, cuja captura é vedada na região. Questionado sobre a origem do pescado, o homem informou que havia adquirido os peixes na casa do investigado, vizinho da delegacia.

Com o apoio da Polícia Militar, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram outros exemplares das mesmas espécies. De acordo com a corporação, os peixes estavam escondidos em diferentes pontos da residência, incluindo baldes com sabão, dentro de uma máquina de lavar roupas, sob roupas sujas e até mesmo em um galinheiro.

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Ainda durante a operação, foram apreendidos uma tarrafa e um gancho, equipamentos considerados de uso proibido para a atividade pesqueira.

O investigado foi conduzido à delegacia e autuado por pesca proibida, crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. A Polícia Civil também apura a possível prática de crime contra as relações de consumo em razão do armazenamento e da comercialização irregular do pescado.

Em depoimento, o homem negou as acusações. Ele afirmou que não é pescador profissional e alegou ter comprado os peixes de outra pessoa, cujo nome não soube informar.

Após a prisão em flagrante, foi arbitrada fiança equivalente a dez salários mínimos. Como o valor não foi pago, o investigado foi encaminhado à Unidade Prisional de Aragarças, onde permanece à disposição da Justiça e aguarda audiência de custódia.

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Policial

Polícia Civil prende homem com histórico de crimes patrimoniais em Alto Araguaia

Ele chegou a ser preso, mas, ao ganhar a liberdade provisória, voltou a praticar delitos.

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A Polícia Civil cumpriu, no final da tarde dessa quarta-feira (10.06), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 35 anos, investigado pela prática reiterada de crimes patrimoniais em Alto Araguaia. A ordem judicial foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Rondonópolis.

A prisão é resultado de um trabalho investigativo contínuo desenvolvido pela Polícia Civil, que identificou a reincidência criminosa do suspeito e reuniu elementos que demonstraram a necessidade da medida cautelar para garantia da ordem pública e interrupção da atividade delitiva.

De acordo com as investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Alto Araguaia, o homem possui um extenso histórico criminal, acumulando registros por, pelo menos, oito furtos, dois estelionatos, uma violação de domicílio e um crime de receptação. Desde 2022, ele vem sendo apontado como um dos principais autores de crimes patrimoniais na região.

Recentemente, o investigado havia sido preso em flagrante por furto, obtendo liberdade provisória em abril deste ano mediante o cumprimento de medidas cautelares impostas pelo Poder Judiciário. Contudo, mesmo submetido às restrições, voltou a praticar delitos poucos dias após sua soltura.

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Entre os fatos apurados está um golpe aplicado contra uma farmácia do município. Conforme as investigações, o suspeito realizava pedidos de produtos por aplicativo de mensagens e, no momento da entrega, apresentava comprovantes de transferências via PIX.

Posteriormente, verificava-se que os pagamentos haviam sido apenas agendados e eram cancelados logo após o recebimento das mercadorias. A Polícia Civil apurou que o mesmo método foi utilizado em prejuízo de outros estabelecimentos comerciais da cidade.

Diante da reiterada prática criminosa e da ineficácia das medidas cautelares anteriormente impostas, o delegado responsável pelas investigações, Marcos Paulo Batista de Oliveira, representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi acolhido pelo Juízo das Garantias do Polo de Rondonópolis.

Após o cumprimento do mandado e a formalização dos procedimentos legais, o preso foi encaminhado à Cadeia Pública local, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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