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Política

Dr. Eugênio fará visitas em hospitais de Sinop e Sorriso, nesta terça-feira (9)

Presidente da Comissão de Saúde da ALMT, o deputado está coordenando uma série de visitas técnicas para verificar as condições das unidades regionais do estado.

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 / Assessoria

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Dr. Eugênio, vai visitar, nesta terça-feira (9), os hospitais regionais de Sinop e Sorriso. Acompanhado de outros membros do colegiado, o parlamentar deve coletar informações sobre a gestão das unidades, as condições de trabalho dos servidores e sobre a qualidade do atendimento aos pacientes.

As visitas técnicas estão sendo realizadas pela Comissão de Saúde com o objetivo de intensificar a fiscalização sobre os hospitais regionais e as unidades de importância estratégica para a saúde do estado. Durante a vistoria, os parlamentares também estão apurando relatos de precarização do relacionamento com os servidores, falta de materiais hospitalares e perda de qualidade dos atendimentos.

As primeiras vistorias ocorreram nos hospitais de Cáceres, Pontes e Lacerda e no Hospital Central de Alta Complexidade de Cuiabá. Como previsto na programação da Comissão, que foi definida há semanas em reuniões do colegiado, nesta terça os parlamentares visitam Sinop e Sorriso para averiguar in loco o funcionamento das unidades de referência regional.

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Esse é mais um trabalho de vigilância sobre a saúde do estado, uma das principais bandeiras levantadas por Dr. Eugênio na Assembleia Legislativa. O deputado, que também é médico, tem assumido uma postura de diálogo constante com o Governo de Mato Grosso para propor soluções aos problemas e atender as demandas relacionadas ao acesso a serviços, estrutura hospitalar e direitos dos servidores.

“Essas unidades são muito importantes para a regionalização do atendimento especializado e de média e alta complexidade no estado. Temos uma grande demanda de atendimentos nesses hospitais, que representam um grande investimento por parte do Poder Público. E nós, como parlamentares e como Comissão de Saúde, precisamos continuamente avaliar e garantir a qualidade nos serviços prestados”, destacou o deputado.

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Política

Bolsonaro avisou WF sobre pressão para PL não ter candidato

Senador admite movimento contra pré-candidatura por líderes políticos e do agro; aviso foi feito no RJ.

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 / Midia News

O pré-candidato ao Governo pelo PL, senador Wellington Fagundes, admitiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro o avisou sobre pedido de lideranças no Estado para que o partido não disputasse a eleição deste ano em Mato Grosso.

Em entrevista ao MidiaNews, o senador afirmou que o fato ocorreu em uma mobilização da direita e aliados no Rio de Janeiro, em 2025.

A declaração do parlamentar é feita no momento em que aumentaram as dúvidas sobre o apoio de fato de prefeitos do partido e algumas lideranças do seu campo político à sua pretensão eleitoral.

O pré-candidato ao Senado, deputado federal José Medeiros, já disse que Wellington não deveria ser candidato ao Governo. E os prefeitos do PL Abilio Brunini (Cuiabá) e Flávia Moretti (Várzea Grande) não escondem a simpatia e apoio que têm pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato à reeleição.

“Na primeira marcha, no primeiro movimento que nós tivemos lá no Rio de Janeiro, o [ex-] presidente Bolsonaro me chamou de lado e falou: eles estão aqui tentando nos convencer do PL não ter candidato. Falei, presidente, o senhor que decide”, afirmou na quinta-feira (4).

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Ele não quis mencionar nomes, mas o evento citado pelo senador foi uma mobilização nacional do PL e aliados, no dia 6 de abril de 2025, no Rio de Janeiro, onde estiveram presentes diversos líderes de Mato Grosso, como o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e Pivetta.

O ato foi contra o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Na ocasião, Mendes discursou em um caminhão de som na Praia de Copacabana ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele chegou a citar as palavras políticas de ordem defendidas por bolsonaristas e políticos de direita em mobilizações, como Deus, família e liberdade.

Pressão do agro

Wellington não detalhou o movimento pelo enfraquecimento da sua pré-candidatura realizada de forma intensa neste primeiro semestre, inclusive dentro do seu partido. Ele diz que mantém diálogo com todas as lideranças do PL, inclusive Medeiros.

Questionado sobre a iniciativa de lideranças do agro contra sua candidatura, como do empresário Eraí Maggi, ele disse que “há um ano tentam retirar” seu nome da disputa.

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“Eu penso que você não pode querer ser candidato sem concorrente. O que eles [adversários] querem é isso. Há quanto tempo eles estão tentando fazer com que o PL não tivesse candidato? E dizendo a todos os cantos que o PL não teria candidato?”, questionou. “Mais de um ano, mais de ano”, completou.

Eraí lidera uma tentativa de incluir a deputada Janaina Riva, pré-candidata ao Senado, como vice na chapa de Pivetta. Ela é nora de Wellington.

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