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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Representatividade inédita: primeira mulher indígena toma posse como deputada na ALMT

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Nesta quarta-feira (15), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) viveu um momento marcante em sua trajetória política. Eliane Xunakalo faz história ao se tornar a primeira mulher indígena  a ocupar o cargo de deputada estadual na instituição.
 
 Quem é a Deputada?

Eliane pertence ao povo Kurâ-Bakairi e possui formação como Bacharel em Direito. Sua trajetória é pautada pela defesa técnica e política dos direitos dos povos indígenas, trazendo agora essa experiência para o centro do Legislativo estadual.
 
 O Mandato

Embora seja um mandato temporário de 30 dias, a posse de Eliane carrega um simbolismo que transcende o tempo de permanência no cargo:
Voz aos Povos Originários: A deputada assume com o compromisso de levar pautas ancestrais e urgentes para o debate parlamentar.

Defesa de Direitos: O foco principal será a proteção das terras e da cultura indígena dentro do estado.
Representatividade Feminina: Sua presença visa abrir caminhos para que mais mulheres indígenas ocupem espaços de poder e decisão.

 O Impacto na Política Mato-grossense

A posse é vista como um avanço democrático fundamental. Em um estado com forte presença de comunidades tradicionais, a chegada de Eliane Xunakalo à ALMT garante visibilidade a populações que, por muito tempo, foram mantidas à margem dos processos legislativos.
“Sua posse visa dar visibilidade e abrir caminho para outras mulheres indígenas no Legislativo.”

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Política

Pivetta sanciona lei que proíbe ideologia de gênero em escolas estaduais de Mato Grosso

De acordo com a publicação, os alunos da rede estadual não poderão ter acesso a nenhum tipo de material sobre o tema.

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– Repórter MT

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) sancionou a Lei 13.284/2026, que proíbe a veiculação, exposição e distribuição de qualquer material didático, cartazes, vídeos ou atividades pedagógicas que tratem de ideologia de gênero, identidade de gênero ou orientação sexual nas escolas públicas estaduais. A nova regra passou a valer no último dia 14.

De acordo com a publicação, os alunos da rede estadual não poderão ter acesso a nenhum tipo de material sobre o tema.

A lei, de autoria do deputado estadual Thiago Silva (MDB), classifica como ideologia de gênero todo conteúdo impresso, digital e de caráter audiovisual, como filmes, músicas, pinturas, murais, folhetos e pôsteres que induzam ou incentivem a exposição ou manipulação genital.

Também não podem ser tratados nas escolas conteúdos sobre experimentação sexual individual ou não, de qualquer tipo, especialmente se relacionados a transtornos parafílicos, ou seja, fantasias, impulsos ou comportamentos sexuais intensos e recorrentes.

O descumprimento da lei sujeita os responsáveis à apuração de responsabilidades administrativas.

Artigos vetados

Do projeto de lei original apresentado, foram vetados dois artigos.

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Um deles previa que coordenadores, professores e demais funcionários das escolas estaduais responsáveis por atividades de fomento à ideologia de gênero fossem preventivamente afastados e submetidos a procedimento de sindicância e processo administrativo.

O outro previa a regulamentação da lei, por parte do Executivo estadual, no prazo de 60 dias, definindo mecanismos de fiscalização e formas de denúncia.

Os vetos foram propostos pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT) em razão da inconstitucionalidade das propostas.

Em relação ao artigo que trata do afastamento dos profissionais, a PGE sustentou que fere a harmonia e a independência dos poderes ao interferir em atribuições da Secretaria Estadual de Educação para promover e acompanhar o desenvolvimento dos currículos.

Já em relação à fixação de prazo para que o Executivo regulamente a norma, a Procuradoria afirmou que fere o princípio da separação dos poderes.

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