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"MANDA QUEM PODE"

Temendo retaliação, Cattani afirma que “ficará quieto” se PL fechar com MDB

O deputado estadual disse que não jogará fora a chance de pleitear a reeleição, divergindo dos encaminhamentos do partido.

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 Hiper Notícias

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) afirmou que, embora seja contrário, não vai questionar uma eventual união do partido com o MDB a nível nacional para apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência. Cattani disse que “ficará quieto” pois não pretende “jogar sua candidatura fora”. O deputado explicou que na condição de parlamentar não é “dono” do próprio mandato e não tem autonomia política para divergir, se opondo a decisões sacramentadas pelo partido. Segundo Cattani, a condição é diferente para os prefeitos que por estarem em uma esfera majoritária podem escolher um lado.

“Manda quem pode e obedece quem tem juízo. O deputado estadual depende do partido. Nós somos dependentes da nossa candidatura e o mandato pertence ao partido, somente a majoritária pode ter essa liberadade”, falou o deputado ao Roda de Entrevista.

O bolsonarista mencionou os prefeitos de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), que são radicalmente contra a conjugação de uma aliança com o MDB. Cláudio, inclusive, é alvo de polêmica pois além de não concordar com a coalisão também declarou voto ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos). O prefeito de Rondonópolis disse que era questão de fidelidade endossar Pivetta a ficar ao lado do candidato do próprio partido, o senador Wellington Fagundes (PL), cuja nora, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) tenta consolidar ‘dobradinha’ com o deputado federal José Medeiros (PL).

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“Se por ventura o partido nos obrigar, eu vou ficar quieto. Não vou jogar a minha candidatura fora por causa disso. Mas deixo claro e faço coro com o Abilio que isso não vai ajudar em nada o PL, mas vai atrapalhar muito”, disparou Cattani.

O deputado ainda destacou que se Wellington continuar forçando a entrada do MDB na coligação com o PL “será difícil manter o ritmo”, trabalhando em prol a sua pré-candidatura ao governo. Já para o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado pensa diferente. “Aí nós queremos sim uma aliança. Quanto mais apoio ele tiver para candidatura, melhor”, concluiu Cattani.

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Política

Juliana Kolankiewicz ganha força no Araguaia durante Fórum Político da 15ª Dinâmica e consolida nome para Brasília

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A participação de Juliana Kolankiewicz no Fórum Político da 15ª Dinâmica de Empreendimentos e Empreendedores movimentou os bastidores da política regional na última sexta-feira (8) e ampliou ainda mais o debate sobre a necessidade de o Araguaia voltar a ter representatividade feminina forte em Brasília.

Durante o evento, realizado dentro da programação da tradicional Dinâmica, Juliana foi uma das presenças mais prestigiadas do fórum, recebendo apoio de lideranças políticas, vereadores, empresários, produtores rurais e autoridades de diversos municípios da região.

Nos corredores do evento, o comentário era praticamente unânime: o Araguaia precisa voltar a ter voz ativa no Congresso Nacional.

A presença da primeira-dama de Água Boa chamou atenção pelo volume de pessoas que se aproximaram para cumprimentos, fotos e manifestações públicas de incentivo à sua pré-candidatura. Lideranças regionais avaliaram que o nome de Juliana vem crescendo de forma estratégica no médio Araguaia e avançando também em municípios do Norte Araguaia.

Nos bastidores, muitos defendem que a região sofre atualmente com a falta de representação direta em Brasília, principalmente em pautas consideradas essenciais, como infraestrutura, saúde, logística, BR-158, fortalecimento do agronegócio e investimentos federais para os municípios.

“Hoje o Araguaia precisa de alguém que conheça a realidade da região e tenha acesso político em Brasília”, comentou uma liderança presente no evento.

Juliana Kolankiewicz já possui experiência em Brasília. Ela assumiu cadeira na Câmara Federal em 2024 e atuou em pautas ligadas à agricultura, direitos das mulheres e fortalecimento regional.

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Nos últimos meses, sua movimentação política ganhou força após deixar o MDB e se filiar ao Republicanos, alinhando seu projeto político ao grupo do atual governador Otaviano Pivetta.

A pré-candidata também vem sendo apontada como um dos principais nomes femininos do Araguaia para a disputa de 2026, principalmente por unir articulação política, trânsito institucional e ligação direta com pautas do agro e do desenvolvimento regional.

Durante o Fórum Político da 15ª Dinâmica, a percepção entre participantes era de que a região começa a se mobilizar em torno de nomes com identidade regional forte, principalmente diante do sentimento de abandono enfrentado por diversos municípios do Araguaia.

A avaliação de parte das lideranças é de que a ausência de representantes com atuação direta em Brasília tem dificultado o avanço de pautas históricas da região, como obras estruturantes, investimentos federais e fortalecimento econômico.

Veterinária de formação, Juliana Kolankiewicz construiu sua trajetória pública ligada à assistência social, ao agronegócio e à política regional. Em eleições anteriores, já defendia o slogan de um “Araguaia mais forte”, bandeira que volta a ganhar espaço nas articulações para 2026.

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A movimentação registrada durante a 15ª Dinâmica mostra que o cenário eleitoral do Araguaia começa a ganhar novos contornos — e o nome de Juliana aparece, cada vez mais, entre os protagonistas da disputa por espaço político no estado e em Brasília.

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