OPERAÇÃO PETRÓLEO REAL
Operação nacional coíbe práticas abusivas e ilegais no setor de combustíveis
O Ministério da Justiça e Segurança Pública desencadeou nesta quinta-feira (08.07), em todo o País, a operação “Petróleo Real”. Em Mato Grosso, a ação integrada é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). O lançamento foi realizado no início da manhã, na Delegacia do Consumidor (Decon).
A operação que conta com apoio de órgãos e agências federais e estaduais e tem como objetivo intensificar a atuação das forças de segurança na fiscalização em postos de combustíveis em todo o país, devido aos constantes reajustes que os valores do combustível tem sofrido recentemente,
A operação visa também prevenir e reprimir os crimes relacionados às práticas abusivas e ilegais que afetam este setor. Além de fiscalizar a transparência da composição dos preços dos combustíveis entregue ao consumidor, conforme o decreto nº 10.634, de 22 de fevereiro de 2021.
Na ação, serão fiscalizadas as bombas de abastecimento de combustíveis e analisada a transparência da composição dos preços. Além disso, os agentes devem investigar e reprimir a formação de cartéis, assim como outras infrações administrativas e criminais detectadas durante a operação. Além de verificar a qualidade e o fornecimento, protegendo o direito dos consumidores.
Participam da operação a Polícia Militar (PM-MT), Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), Corpo de Bombeiros Militares (CBM-MT), Procon, Secretaria de Fazenda (Sefaz) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A operação também conta com o reforço de integrantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), e das prefeituras municipais, como: fiscais de meio ambiente, vigilância sanitária, serviços urbanos e outros.
(Com supervisão de Débora Siqueira)
Brasil
Ministério da Previdência afasta dezenas de peritos médicos federais por alto índice de indeferimento em processos
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O Ministério da Previdência Social suspendeu o acesso de 167 peritos médicos federais ao sistema Atestmed. A medida cautelar ocorreu após auditorias apontarem que esses profissionais apresentavam taxas de negativas muito acima da média nacional (ultrapassando 70%), com análises documentais suspeitas concluídas em menos de cinco minutos.
- Taxas de recusa abusivas: Enquanto a média nacional de negativas no sistema fica em torno de 46%, os médicos investigados chegaram a recusar quase a totalidade de alguns lotes. Um dos peritos chegou a negar 96,6% dos pedidos de auxílio-doença analisados em um único mês.
- Avaliação superficial: As investigações apontaram que os profissionais usavam justificativas padronizadas e concluíam a checagem dos documentos em menos de 5 minutos, o que sugere a falta de análise individualizada dos laudos, exames e históricos médicos.
- Acesse a plataforma ou baixe o aplicativo Meu INSS para consultar o status atual do seu requerimento.
- Caso sua solicitação tenha sido negada, é possível pedir uma reconsideração na plataforma ou buscar o auxílio de um profissional focado na área para uma análise mais profunda do seu caso.
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