ÁGUA BOA
Acamps reúne mais de 100 jovens em encontro de fé e união em Água Boa
Promovido pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida e pelo JUC, retiro proporcionou três dias de oração, convivência e renovação espiritual
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Nos dias 4, 5 e 6 de setembro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em parceria com o grupo Jovens Unidos em Cristo (JUC), promoveu a 11ª edição do Acamps reúne mais de 100 jovens em encontro de fé e união em Água Boa, em Água Boa. O acampamento de oração e convivência cristã reuniu 112 jovens da comunidade.
Durante os três dias de programação, os participantes vivenciaram momentos de espiritualidade, amizade, dinâmicas, partilhas e celebrações. A iniciativa proporcionou aos jovens uma experiência de aproximação com Deus e de fortalecimento dos vínculos com a Igreja e a comunidade.
O Acamps já integra o calendário e a história da paróquia e tem como objetivo oferecer à juventude uma experiência profunda com Cristo, contribuindo para o fortalecimento da fé e da vida comunitária.
Para muitos participantes, o retiro também representou um momento de reencontro com Deus e de renovação do compromisso cristão. A presença dos pais e familiares, que acompanharam de perto a programação, reforçou a importância da união familiar e da Igreja como espaço de acolhimento e formação espiritual.
Segundo a organização, iniciativas como o Acamps demonstram que a fé continua sendo uma fonte de força e transformação, capaz de inspirar as novas gerações a seguirem os ensinamentos do Evangelho.
A Paróquia Nossa Senhora Aparecida agradeceu aos jovens, familiares, voluntários e colaboradores que contribuíram para a realização do encontro. A comunidade também manifestou o desejo de que o Espírito Santo continue guiando a juventude de Água Boa e fortalecendo sua missão cristã.
Cidades
MPF pede suspensão de 4 hidrelétricas no Rio das Mortes em MT e aponta falhas em estudos de impacto ambiental
Empreendimentos são alvo de investigação desde 2023, após denúncias de possíveis irregularidades nos processos de licenciamento e de ausência de consulta adequada a comunidades indígenas potencialmente afetadas pelos projetos.
/ G1
Uma ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) pede a suspensão imediata da licença prévia concedida à Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Entre Rios e dos processos de licenciamento ambiental de outras três PCHs — Cumbuco, Geóloga Lucimar Gomes e Vila União —, previstos para a bacia do Rio das Mortes, em Primavera do Leste (MT).
O g1 entrou em contato com as empresas responsáveis pelas PCHs citadas na ação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Segundo o MPF, os empreendimentos são alvo de uma investigação conduzida pelo órgão desde 2023, após denúncias de possíveis irregularidades nos processos de licenciamento ambiental e de ausência de consulta adequada a comunidades indígenas Xavante potencialmente afetadas pelos projetos.
O MPF também pede que a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) não emita novas licenças para os empreendimentos até que sejam realizados estudos capazes de avaliar os impactos cumulativos e sinérgicos dos quatro projetos. O órgão requer ainda a conclusão e aprovação, pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Estudo do Componente Indígena (ECI).
De acordo com o MPF, durante a investigação foi identificado que os quatro empreendimentos vêm sendo analisados de forma fragmentada, sem uma avaliação conjunta dos possíveis efeitos provocados pela instalação dos barramentos na mesma bacia hidrográfica.
Segundo o órgão, a análise separada dos projetos dificulta a compreensão dos impactos socioambientais e culturais que poderiam ocorrer com a implantação simultânea das usinas.
A investigação também apontou, conforme o MPF, possíveis falhas nos Estudos de Impacto Ambiental e respectivos Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima), incluindo dados considerados desatualizados e problemas metodológicos na avaliação da ictiofauna — conjunto de espécies de peixes de uma determinada região — e dos recursos hídricos.
O MPF afirma ainda que não foram apresentados estudos suficientes sobre os impactos cumulativos relacionados à formação de reservatórios em sequência, às alterações no regime de vazão dos rios e aos possíveis efeitos sobre a qualidade da água.
Outro ponto citado na investigação é a necessidade, segundo o órgão, de avaliar os impactos relacionados às mudanças climáticas e ao potencial de formação de metilmercúrio nos reservatórios.
A substância pode se acumular nos peixes e representar risco à saúde de populações que dependem deles como fonte de alimentação.
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