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COMUNICAÇÃO

Ministério das Comunicações autoriza nova rádio comunitária em Cocalinho

Novo serviço vai beneficiar cerca de 6,2 mil moradores

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Para ampliar o acesso à informação, cultura local e serviços de utilidade pública em Mato Grosso, o Ministério das Comunicações autorizou a instalação de nova rádio comunitária no município de Cocalinho (MT), com o potencial para beneficiar cerca de 6,2 mil pessoas. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União.

A iniciativa é voltada para associações comunitárias sem fins lucrativos, responsáveis por operar as emissoras e produzir conteúdos voltados às necessidades das próprias comunidades.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, reforça que o compromisso do governo é ampliar cada vez mais o acesso a esse serviço. “A rádio comunitária, especialmente no interior, é uma das principais fontes de informação da população e ajuda a divulgar notícias locais, campanhas de saúde, oportunidades de emprego, eventos culturais e avisos importantes para os moradores”, afirmou.

O que é uma rádio comunitária?

A rádio comunitária é uma estação de baixa potência que leva informação e integração social à comunidade onde está inserida, estimulando a difusão de ideias, cultura e tradições. Assim, fortalece o convívio social e contribui para o desenvolvimento local.

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Qualquer comunidade do Brasil pode pleitear a abertura de uma emissora, desde que cumpra requisitos e formalidades exigidas pelo Ministério das Comunicações. Confira mais detalhes neste link.

Além disso, a Pasta disponibiliza o Espaço do Radiodifusor, onde uma equipe especializada fica disponível para tirar as dúvidas em relação à obtenção de outorga para rádio comunitária. O serviço funciona tanto presencial, na sede do MCom, em Brasília (DF), quanto por telefone ou e-mail: (61) 2027-6397 e [email protected]. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 18h.

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Cidades

Mergulhador usa detector de metal e resgata anel perdido no rio Araguaia

George Simpson registrou a busca pelo objeto, que havia desaparecido depois de um mergulho; vídeo mostra momento em que anel é encontrado no fundo do rio.

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Eram 4h da manhã quando George Simpson colocou o equipamento de mergulho e partiu para uma missão que, à primeira vista, parecia simples: encontrar um anel perdido no Rio Araguaia, em Aruanã, a cerca de 300 quilômetros de Goiânia. (Assista ao vídeo abaixo).

“Agora são 4h e estou indo resgatar um anel lá em Aruanã. Agora no Rio Araguaia, com meu amigo Toni”, contou George no início do vídeo publicado em sua rede social há três dias.

O dono do anel, Toni, sabia apenas que havia perdido a joia durante um mergulho. “Fui dar um mergulho. Quando levantei, infelizmente, senti falta do anel”, contou, que estava perdido há cerca de 20 dias no rio.

O problema é que, depois que um objeto pequeno desaparece dentro de um rio, encontrar exatamente onde ele foi parar pode ser como procurar uma agulha em um palheiro. “O detector de metais nessa situação foi extremamente necessário. Foi muito difícil. Como o anel vai e volta com a correnteza, quando eu tinha que voltar a mão, era uma peleja, mas eu fui”.

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George trabalha profissionalmente com o resgate de objetos perdidos e costuma registrar as buscas nas redes sociais. O perfil reúne mais de 2,6 mil seguidores e já tem pelo menos 20 publicações mostrando objetos encontrados durante os mergulhos.

Entre os “tesouros” recuperados estão alianças, correntes de ouro, óculos e celulares.

Busca começou na areia

Antes de entrar na água, George percorreu as praias de Aruanã com um detector de metais, vasculhando a areia em busca de algum sinal que pudesse indicar a localização do anel.

O aparelho passa rente ao chão, enquanto o mergulhador avança devagar, atento a qualquer indicação. Mas, dessa vez, a areia não entregou o que eles procuravam. O anel não estava esperando na margem. Foi preciso entrar no Rio Araguaia.

George mergulhou e começou a procurar pelo ponto onde Toni acreditava ter perdido o anel.

Debaixo d’água, a busca ganhou outra dificuldade. A visibilidade é limitada e o objeto, pequeno, pode facilmente desaparecer entre a areia e os sedimentos do fundo. Cada movimento precisa ser cuidadoso para não levantar ainda mais partículas e transformar a água em uma cortina turva.

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Até que o objeto apareceu. Pequeno, metálico e quase perdido no fundo do Araguaia, o anel foi finalmente encontrado pelo mergulhador.

O momento encerra uma busca que começou ainda de madrugada e que levou George da areia para dentro do rio. Para quem havia perdido a joia, porém, a recompensa era bem maior que o tamanho do objeto: o anel voltou para as mãos do dono. E George ganhou mais uma história para sua coleção de resgates.

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