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MP, polícias e prefeitura alinham ações contra a poluição sonora em Água Boa

Reunião institucional buscou fortalecer a fiscalização e a atuação conjunta dos órgãos no município

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Representantes dos órgãos participantes da reunião para alinhar ações contra a poluição sonora em Água Boa. Foto: PMMT/Reprodução

O Ministério Público, as polícias Militar e Civil e a Prefeitura de Água Boa participaram, na tarde de segunda-feira (5 de outubro), de uma reunião institucional para alinhar ações integradas de fiscalização e enfrentamento à poluição sonora no município.

De acordo com comunicado divulgado pelo 16º Batalhão de Polícia Militar de Água Boa, vinculado ao 13º Comando Regional, o encontro buscou fortalecer a parceria entre os órgãos de segurança e fiscalização.

A iniciativa tem como objetivo promover a atuação conjunta das instituições em benefício da comunidade.

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Homem é condenado a 40 anos de prisão por matar a amante em Ribeirão Cascalheira

As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e foi armado até o local onde ela estava.

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 / RDN

O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (MT) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de prisão pelo feminicídio de L.S.S. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado e o réu não poderá recorrer em liberdade.

O julgamento teve a acusação sustentada pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira e ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que aumentou as penas previstas para o crime de feminicídio.

Os jurados reconheceram a autoria e a materialidade do crime, além da qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram consideradas as causas de aumento pelo emprego de arma de fogo de uso restrito e pelo meio cruel utilizado na execução.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal que mantinha com a vítima. A acusação sustentou ainda que o feminicídio ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, marcado por humilhação e sentimento de posse.

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As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e foi armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, segundo o Ministério Público, ele submeteu a mulher a uma situação degradante.

A vítima teria sido puxada pelos cabelos e obrigada a se ajoelhar. Na sequência, foi atingida por dois tiros no rosto.

Para o promotor Bruno Barros Pereira, as provas apresentadas durante o julgamento demonstraram a violência empregada na execução e a motivação de gênero.

“Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, afirmou.

Na sentença, o juiz negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.

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