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MEIO AMBIENTE

3ª CIPMPA-Araguaia e SEMA apreendem 507 matrinchãs, totalizando 1,17 tonelada de pescado, e prendem duas pessoas

A abordagem ocorreu na MT-020, durante fiscalização ambiental, quando uma camionete foi interceptada pela equipe.

Publicado em

 / PMMT

Uma operação de fiscalização de pesca realizada pela 3ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental do Araguaia (3ª CIPMPA-Araguaia), em conjunto com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), por meio da DUD de Barra do Garças, resultou na prisão de duas pessoas e na apreensão de 507 exemplares de matrinchã, que totalizaram aproximadamente 1.170 quilos de pescado.
A abordagem ocorreu na MT-020, durante fiscalização ambiental, quando uma camionete foi interceptada pela equipe.
De acordo com o relato dos suspeitos, parte do pescado teria sido capturada por eles próprios e outra parte teria sido adquirida pelo valor de R$ 12 mil, na localidade conhecida como Vila São José do Couto. O pescado, segundo os envolvidos, seria transportado para o município de Várzea Grande.
Durante a fiscalização, foram constatadas irregularidades relacionadas à pesca e ao transporte do pescado, em desacordo com a legislação ambiental vigente.
Os dois envolvidos foram presos e encaminhados, juntamente com o material apreendido, para as providências legais cabíveis.
Após os procedimentos legais, aproximadamente 1,17 tonelada de pescado foi destinada à doação para entidades filantrópicas dos municípios de Campinápolis, Barra do Garças e Água Boa.
A ação demonstra a importância da atuação integrada entre a 3ª CIPMPA-Araguaia e a SEMA DUD-Barra do Garças no combate à pesca predatória e ao transporte ilegal de pescado, fortalecendo a fiscalização e contribuindo para a preservação dos recursos pesqueiros e do meio ambiente na região do Araguaia.

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Policial

Homem é preso suspeito de forçar companheira a inalar crack e se prostituir em MT

Vítima foi encontrada em situação de vulnerabilidade em rodovia do município.

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 / Rd News

Um homem de 43 anos foi preso preventivamente suspeito de obrigar a companheira, de 54 anos, a consumir crack, tentar forçá-la a se prostituir e cometer agressões físicas, ameaças, violência psicológica e abusos sexuais. A prisão foi realizada nesta segunda-feira (24), em Poxoréu (MT).

Segundo a Polícia Judiciária Civil, a vítima foi localizada em situação de vulnerabilidade no dia 16 de agosto, na MT-130, e relatou que havia sido submetida a um grave e progressivo ciclo de violência ao longo do relacionamento.

O investigado teria praticado as agressões com socos, inclusive na cabeça e no rosto, causando diversas lesões corporais. Documentos médicos e registros policiais apontaram hematomas em diferentes partes do corpo, como olho, braços, nariz, tórax, perna e cabeça.

As investigações também apuram que o homem teria obrigado a companheira a consumir crack contra a própria vontade, utilizando violência e ameaças para fazê-la inalar a substância. O fato foi incluído entre os crimes investigados no inquérito policial.

Além das agressões físicas e do consumo forçado de entorpecentes, a vítima relatou episódios de violência sexual, afirmando ter sido coagida, mediante violência e grave ameaça, a manter relações sexuais contra a própria vontade. O fato levou à inclusão do crime de estupro nas apurações.

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Em outro episódio narrado aos policiais, o investigado teria tentado asfixiar a vítima após a recusa dela em manter relações sexuais com terceiros mediante pagamento.

Posteriormente, quando a mulher tentou fugir e pedir socorro, o homem a ameaçou de morte e afirmou que, mesmo se fosse preso, ordenaria que integrantes de uma facção criminosa a matassem.

A investigação apontou ainda que as agressões não eram fatos isolados. Segundo a vítima, o relacionamento de aproximadamente cinco anos já havia sido interrompido anteriormente em razão de episódios de violência, mas, após a reconciliação, as agressões se intensificaram.

Após ser alvo de buscas da polícia, o suspeito compareceu à unidade policial acompanhado de um advogado, ocasião em que foi cumprida a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça. Concluídos os procedimentos legais, o homem permaneceu detido e à disposição do Poder Judiciário.

O inquérito policial prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos e a individualização das condutas investigadas.

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