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Homem preso por violência doméstica morre por suicídio em cela no Araguaia

Detento aguardava os procedimentos policiais, circunstâncias da morte serão investigadas.

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 / Semana 7

Um homem detido, acusado de violência doméstica foi encontrado morto na manhã de quarta-feira (26), dentro de uma cela da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), em Barra do Garças. Ele havia sido preso por suspeita de violência doméstica e permanecia na unidade aguardando a conclusão dos procedimentos policiais.

Conforme informações divulgadas pelo portal Araguaia Notícia, por volta das 10h, policiais foram até a cela para dar continuidade ao procedimento e realizar o interrogatório, quando encontraram o detento sem vida.

As informações preliminares apontam para a hipótese de suicídio, utilizando uma camiseta presa às grades das celas. As circunstâncias da morte, no entanto, ainda deverão ser esclarecidas por meio dos procedimentos periciais, policiais e administrativos.

A identidade do homem foi preservada em respeito aos familiares. Segundo a publicação, ele morava em Alto Boa Vista e estava em Barra do Garças havia pouco tempo.

Até a publicação desta matéria, a Polícia Civil de Mato Grosso ainda não havia divulgado uma nota oficial detalhando o episódio. O caso permanece em apuração.

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Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo telefone 190 ou pela Central de Atendimento à Mulher, no número 180.

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Homem é preso suspeito de forçar companheira a inalar crack e se prostituir em MT

Vítima foi encontrada em situação de vulnerabilidade em rodovia do município.

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 / Rd News

Um homem de 43 anos foi preso preventivamente suspeito de obrigar a companheira, de 54 anos, a consumir crack, tentar forçá-la a se prostituir e cometer agressões físicas, ameaças, violência psicológica e abusos sexuais. A prisão foi realizada nesta segunda-feira (24), em Poxoréu (MT).

Segundo a Polícia Judiciária Civil, a vítima foi localizada em situação de vulnerabilidade no dia 16 de agosto, na MT-130, e relatou que havia sido submetida a um grave e progressivo ciclo de violência ao longo do relacionamento.

O investigado teria praticado as agressões com socos, inclusive na cabeça e no rosto, causando diversas lesões corporais. Documentos médicos e registros policiais apontaram hematomas em diferentes partes do corpo, como olho, braços, nariz, tórax, perna e cabeça.

As investigações também apuram que o homem teria obrigado a companheira a consumir crack contra a própria vontade, utilizando violência e ameaças para fazê-la inalar a substância. O fato foi incluído entre os crimes investigados no inquérito policial.

Além das agressões físicas e do consumo forçado de entorpecentes, a vítima relatou episódios de violência sexual, afirmando ter sido coagida, mediante violência e grave ameaça, a manter relações sexuais contra a própria vontade. O fato levou à inclusão do crime de estupro nas apurações.

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Em outro episódio narrado aos policiais, o investigado teria tentado asfixiar a vítima após a recusa dela em manter relações sexuais com terceiros mediante pagamento.

Posteriormente, quando a mulher tentou fugir e pedir socorro, o homem a ameaçou de morte e afirmou que, mesmo se fosse preso, ordenaria que integrantes de uma facção criminosa a matassem.

A investigação apontou ainda que as agressões não eram fatos isolados. Segundo a vítima, o relacionamento de aproximadamente cinco anos já havia sido interrompido anteriormente em razão de episódios de violência, mas, após a reconciliação, as agressões se intensificaram.

Após ser alvo de buscas da polícia, o suspeito compareceu à unidade policial acompanhado de um advogado, ocasião em que foi cumprida a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça. Concluídos os procedimentos legais, o homem permaneceu detido e à disposição do Poder Judiciário.

O inquérito policial prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos e a individualização das condutas investigadas.

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