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Polícia Civil interrompe pesca predatória e apreende quase 50 peixes em Canarana

Ação ocorreu no Rio Tangurinho após denúncia anônima; suspeito foi detido e equipamentos utilizados na atividade foram apreendidos.

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Canarana, interrompeu na sexta-feira (21) uma ação de pesca predatória no Rio Tangurinho, após receber denúncia sobre a captura irregular de peixes na região.

Durante a operação, os policiais apreenderam 47 exemplares da espécie piau, que somavam aproximadamente 13 quilos de pescado, além de um arpão, máscara de mergulho e lanterna utilizados na atividade. Um homem identificado pelas iniciais L.A.S. foi conduzido à delegacia.

De acordo com a Polícia Civil, a equipe se deslocou até as margens do rio, onde localizou um veículo Ford Focus estacionado. Pouco depois, três homens se aproximaram do automóvel. Ao perceberem a presença dos investigadores, dois deles fugiram em direção à mata e não foram localizados.

Com o suspeito que permaneceu no local, os policiais encontraram um saco contendo os peixes abatidos e os equipamentos utilizados na pesca subaquática.

Durante a fiscalização, foi constatado que parte do pescado estava fora dos padrões permitidos pela legislação ambiental. Dez dos 47 peixes apreendidos apresentavam tamanho entre 20 e 24 centímetros, abaixo da medida mínima de 25 centímetros estabelecida para a captura da espécie em diversas bacias hidrográficas do país.

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Em depoimento preliminar, o homem relatou ter participado da pesca por mergulho e informou que os demais envolvidos frequentariam regularmente a região. Segundo ele, o grupo chegaria a capturar cerca de 100 quilos de peixe por pescaria.

O suspeito afirmou não saber o nome completo dos dois homens que fugiram, informando apenas que trabalha com um deles.

Todo o material apreendido foi encaminhado para a delegacia, onde a ocorrência foi registrada. A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar os demais envolvidos e apurar a dimensão da atividade irregular.

A legislação estadual estabelece restrições para a pesca subaquática em Mato Grosso. O uso de arpão para fins comerciais é proibido, assim como a utilização de aparelhos de respiração artificial durante o mergulho. Além disso, a captura de peixes abaixo do tamanho permitido configura infração ambiental, sujeitando os responsáveis a sanções administrativas e penais.

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Mulher é morta a pauladas e enforcada com fio de extensão no Araguaia

Segundo os investigadores, os vizinhos ouviram gritos e chamaram a polícia. Quando os agentes chegaram ao endereço, encontraram o portão trancado.

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A Polícia Civil investiga o assassinato de Maria Aparecida da Silva, 53, encontrada morta com sinais de violência na manhã deste sábado (22), no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá). A vítima foi atingida por golpes na cabeça e estava com um fio enrolado no pescoço. A nora dela foi quem pediu socorro, contudo a mulher acabou conduzida para esclarecimentos.

A ocorrência foi atendida primeiramente pela Polícia Militar. Posteriormente, a Polícia Civil compareceu ao local para dar início às apurações.

Segundo os investigadores, os vizinhos ouviram gritos e chamaram a polícia. Quando os agentes chegaram ao endereço, encontraram o portão trancado. A nora da moradora abriu para que os militares entrassem. Somente nora e sogra estavam no imóvel no momento. Maria Aparecida estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e com ferimentos de objeto contundente. No local, foi apreendido um pedaço de madeira com sinais de sangue. O cenário indica que ela foi morta a pauladas.

No registro policial não constam explicações da nora sobre como encontrou a sogra morta na área de casa. Contudo, há indicação de um suspeito de 29 anos, que não tem detalhada a relação com a família. A nora da vítima foi conduzida para prestar esclarecimentos.

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O caso

A PM foi acionada por volta das 06h30 após moradores da região ouvirem gritos desesperados de socorro. Diante do portão trancado e da falta de resposta aos chamados, um militar subiu no muro do imóvel para averiguar a situação e visualizou a nora da vítima.

Ao perceber a presença policial, a mulher abriu o portão e afirmou que uma tragédia havia ocorrido com a sogra. Nos fundos da casa, a equipe encontrou o corpo de Maria Aparecida caído sobre uma grande poça de sangue.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil realizaram a análise da cena do crime para dar início às investigações.

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