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Policial militar suspeito de comandar esquema de roubo de drogas para facção é alvo de operação em MT

Esquema consistia em identificar depósitos de drogas pertencentes a uma facção criminosa na região de fronteira. Depois, integrantes de outro grupo criminoso roubavam os entorpecentes e redistribuíam.

Publicado em

 / G1 -MT

Um policial militar apontado como um dos chefes de um esquema de roubo e tráfico de drogas é alvo da Operação Tu Quoque, deflagrada nesta quarta-feira (27). A identidade do militar não foi divulgada.

A ação investiga um esquema em que drogas armazenadas por uma facção criminosa em pontos da região de fronteira, em Pontes e Lacerdaeram roubadas e redistribuídas em Várzea Grande por integrantes de outro grupo criminoso.

Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava dividido em dois núcleos. O primeiro era responsável por identificar e monitorar possíveis depósitos de drogas. Já o segundo saía de Cuiabá em direção a Pontes e Lacerda para executar os roubos, transportar os entorpecentes e distribuí-los.

De acordo com a polícia, o policial militar era responsável por liderar a ação de roubo das drogas. Ele também fazia a separação da carga para outra equipe do grupo criminoso, encarregada da distribuição.

A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar, mas, com o avanço das investigações, foram identificados.

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Além dos crimes de roubo e tráfico de drogas, as investigações identificaram o envolvimento do grupo em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico, por meio de diversas transações bancárias envolvendo familiares, casas de apostas e empresas de fachada.

Na operação, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão domiciliar. Também são cumpridas medidas de restrição de veículos e bloqueios de contas bancárias dos investigados, no valor de até R$ 2,5 milhões.

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Saiba quem é o PM preso em operação acusado de líderar esquema de transporte de drogas entre facções criminosas

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 / GD

O policial militar Phillippe Thiago Figueiredo, atualmente lotado em Cuiabá, foi identificado como alvo da Operação Tu Quoque, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (27), que investiga um esquema de roubos de cargas de drogas envolvendo as facções criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital.

De acordo com a Polícia Civil, o policial militar é acusado de ser um dos líderes do esquema criminoso.

O praça, apontado como principal alvo da operação, seria o responsável pelo roubo dos entorpecentes, saindo da Capital em direção a Pontes e Lacerda para subtrair a droga. Ele também fazia a separação do material ilícito para outra equipe do grupo criminoso, responsável pela distribuição.

As investigações têm como foco a desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes retirados de pontos de armazenamento de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira e que, posteriormente, eram redistribuídos por integrantes de outra facção na região metropolitana.

Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos. Um deles era responsável por identificar e monitorar possíveis depósitos de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira.

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O segundo núcleo tinha uma função distinta: se deslocava da Capital do Estado para Pontes e Lacerda para atuar no roubo da droga e, posteriormente, transportar e distribuir os entorpecentes na região metropolitana.

Desarticulação do esquema

A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar, mas, com o avanço das investigações, foram identificados. Também foi descoberto o esquema envolvendo roubos ligados a facções criminosas, além da redistribuição e comercialização do entorpecente subtraído.

Além dos crimes de roubo e tráfico de drogas, as investigações identificaram o envolvimento do grupo em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico, por meio de diversas transações bancárias envolvendo familiares, casas de apostas e empresas de fachada para a pulverização dos valores.

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