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SALVE

Quadrilha mantém 4 mulheres reféns para aplicação de “salve” e 5 acabam presos em flagrante

Denúncia anônima levou os policiais ao imóvel onde as vítimas eram ameaçadas por cerca de oito criminosos.

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Um grupo de cinco pessoas foi preso sob a suspeita de sequestrar, torturar psicologicamente e manter quatro mulheres em cárcere privado, em Pedra Preta (MT). A quadrilha foi classificada pela Polícia Civil como “ultraviolenta”.

Segundo a corporação, uma denúncia anônima informou que as mulheres – sendo duas com 28 anos, uma com 18 e outra de 19 – estariam sendo vítimas de “salve”, uma prática de tortura comum em facções criminosas, utilizada para punir integrantes acusados de descumprir regras da organização.

A equipe policial deslocou-se ao endereço indicado e, ao perceber a aproximação das forças de segurança, alguns suspeitos tentaram destruir aparelhos celulares e fugir, pulando muros de residências vizinhas para dificultar as investigações. Durante as buscas, outros envolvidos foram localizados e presos.

As vítimas relataram que estavam no imóvel desde a tarde, sob vigilância de cerca de oito suspeitos, e que vinham sendo ameaçadas de agressões físicas como punição por uma briga ocorrida em um estabelecimento comercial da cidade. Conforme os depoimentos, os autores afirmavam que elas seriam agredidas, o que causou intenso temor.

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As vítimas foram resgatadas sem lesões graves aparentes. Os suspeitos, três homens e duas mulheres, foram conduzidos à delegacia da cidade e autuados em flagrante. Quatro tiveram a prisão preventiva decretada. Para uma das mulheres detidas, por estar lactante, a medida foi substituída pela prisão domiciliar.

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Policial

Padrasto é preso acusado de estuprar e ameaçar enteada de 12 anos em Aragarças

A investigação prossegue para apurar se a mãe da vítima tinha conhecimento dos abusos e se agia de forma conivente com a situação.

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Uma ação conjunta entre a Polícia Militar e o Conselho Tutelar resultou na prisão em flagrante de um homem na segunda-feira (20/7), no Setor Nova Esperança, em Aragarças-GO, cidade goiana na divisa com Mato Grosso. Ele é acusado de praticar crime de estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma adolescente de apenas 12 anos.

A denúncia veio à tona após a vítima romper o silêncio e desabafar com uma coleguinha na escola. A garota relatou os constantes abusos que vinha sofrendo dentro de casa e revelou, ainda, que sofria severas ameaças por parte do agressor para não contar nada a ninguém.

Cientes da gravidade do caso, conselheiros tutelares e policiais militares deslocaram-se imediatamente até a residência do suspeito. No local, acuada e com medo do padrasto e da presença da mãe, a garota demonstrou receio em confirmar os fatos.

Para proteger a integridade emocional da adolescente e garantir um ambiente seguro, os policiais a encaminharam ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Em um atendimento especializado com uma psicóloga, a garota conseguiu expor o pesadelo em que vivia: o padrasto a chamava para assistir a filmes eróticos e se aproveitava desse momento para passar a mão em suas partes íntimas. No relato feito anteriormente à amiga, a vítima também confirmou que já havia sido obrigada pelo acusado a praticar atos sexuais.

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Diante dos fatos, o homem foi preso e conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Aragarças. A investigação agora prossegue para apurar se a mãe da vítima tinha conhecimento dos abusos e se agia de forma conivente com a situação.

Alerta à sociedade e à família

Atenção aos sinais: Este triste caso reforça a extrema importância de pais, parentes, professores e amigos ficarem atentos a qualquer mudança repentina no comportamento de crianças e adolescentes. O ambiente escolar e a convivência com colegas de classe costumam ser o porto seguro onde as vítimas encontram coragem para denunciar e pedir socorro.

Para denúncias de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, acione o Disque 100 ou procure a Polícia Militar (190) e o Conselho Tutelar do seu município. A denúncia pode ser anônima.

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