Cidades
Cacique Raoni volta para unidade de terapia intensiva
Líder indígena teve hemorragia digestiva na terça-feira.
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O cacique Raoni Metuktire, de 93 anos, retornou nesta quarta-feira (1º) para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo a equipe médica, ele permanece sem febre e respirando sem aparelhos, além de estar consciente.
O líder indígena teve uma hemorragia digestiva na última terça-feira (30), e passou por uma endoscopia e procedimentos para controle do sangramento.
A equipe médica identificou ainda o acúmulo de líquidos na região do pulmão direito, drenado sem intercorrências.
O cacique Raoni foi internado em estado grave no dia 15 de junho, no Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop (MT). Após ser estabilizado e passar por quatro dias de tratamento, ele foi transferido para São Paulo, onde segue em tratamento dedicado à saúde indígena no Hospital São Paulo, da Unifesp.
O líder indígena está na capital paulista desde o último dia 19, quando chegou com quadro de obstrução intestinal alta e pneumonia aspirativa. Realizou cirurgia intestinal no dia 20 deste mês e segue em recuperação.
Cidades
Moradores contestam futura cobrança de pedágio em rodovia estadual e apontam possíveis irregularidades na concessão
Manifestação aponta insatisfação com condições da via e pode resultar em questionamentos judiciais e sanções previstas em lei, incluindo suspensão da cobrança e revisão contratual
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Moradores de um município do Vale do Araguaia têm se manifestado contra a implantação de cobrança de pedágio em uma rodovia estadual sob regime de concessão, alegando que o trecho apresenta falhas estruturais e ausência de melhorias compatíveis com a tarifa prevista.
As reclamações ganharam força nas redes sociais e incluem críticas à condição do pavimento, à falta de infraestrutura adequada e ao impacto econômico sobre usuários frequentes, especialmente trabalhadores e moradores de distritos da região.
Diante da repercussão, o caso pode ser analisado por órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público e a agência reguladora responsável pelas concessões no estado, que têm competência para apurar possíveis descumprimentos contratuais e irregularidades na prestação do serviço.
Possíveis penalidades previstas em lei
Caso sejam constatadas falhas na execução do contrato de concessão ou na qualidade do serviço prestado, a legislação brasileira prevê uma série de medidas administrativas e judiciais. Entre elas estão a aplicação de multas à concessionária, obrigação de adequação imediata das condições da rodovia, revisão de tarifas e, em casos mais graves, a suspensão temporária da cobrança de pedágio por decisão judicial.
A Lei de Concessões (Lei nº 8.987/1995) e o Código de Defesa do Consumidor também podem ser utilizados como base para responsabilização, especialmente quando há indícios de serviço inadequado ou cobrança considerada desproporcional em relação à infraestrutura oferecida.
Além disso, ações civis públicas podem ser propostas para garantir direitos coletivos dos usuários da via, podendo resultar em liminares que interrompam a cobrança até a regularização das condições exigidas no contrato.
O caso segue em debate público e pode avançar para análise formal dos órgãos competentes.
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