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MEIO AMBIENTE

Queixada desafia produtores a proteger plantações e manter o equilíbrio com a fauna

Espécie nativa exige medidas de prevenção. Cercamento de qualidade auxilia redução de impactos sobre os cultivos e a biodiversidade

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Ele tem cerca de 1 metro de comprimento, pesa aproximadamente 30 quilos e normalmente vive em bandos. Com pelagem escura e faixa branca característica na região do queixo – detalhe que deu origem a seu nome popular –, o queixada (Tayassu pecari) é uma das espécies nativas mais conhecidas da fauna brasileira. Apesar de não ter a mesma “notoriedade” do javali e do javaporco no noticiário, esse animal também representa um desafio para propriedades rurais, principalmente quando encontra nas lavouras uma fonte abundante de alimento.
“Os queixadas possuem alimentação bastante diversificada, com consumo de frutos, sementes, raízes, folhas e outros vegetais. Quando acessam áreas de cultivo, podem atacar soja, milho, mandioca e feijão, causando perdas por consumo e, não menos relevante, pelo pisoteio das lavouras”, explica Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames – empresa referência no mercado brasileiro de arames.
Espécie social, o queixada vive em grupos e percorre grandes áreas em busca de alimentos. Essa característica aumenta a possibilidade de acesso a fazendas próximas a áreas de vegetação nativa. Quando um bando entra em uma plantação, os impactos aparecem em diferentes pontos da produção: plantas consumidas, mudas danificadas, áreas pisoteadas e comprometimento da uniformidade da cultura. Como os animais costumam retornar a locais onde encontram alimento disponível, a prevenção é uma medida importante para reduzir os prejuízos.
“Evitar a entrada dos animais nas áreas produtivas é fundamental. O cercamento adequado ajuda a proteger as lavouras e contribui para a preservação das próprias espécies silvestres, que permanecem afastadas de locais onde podem ocorrer conflitos com a atividade agropecuária”, afirma Bruno. “Essa medida ganha mais importância em regiões onde a presença do queixada é mais comum, como Cerrado, Pantanal, Amazônia e áreas de Mata Atlântica, especialmente em propriedades próximas a fragmentos de vegetação nativa.”
Para auxiliar os produtores nesse controle, a Belgo desenvolveu a tela Belgo Javaporco, solução indicada para proteção das propriedades contra a entrada de diferentes espécies, incluindo queixadas, catetos e até capivaras. Com 11 fios e altura de 1,20 metro, a cerca possui fios horizontais e verticais interconectados, com espaçamentos adequados e resistência para dificultar a passagem dos animais. “A tecnologia é a única com galvanização pesada, o que prolonga sua vida útil e contribui para reduzir perdas produtivas, diminuir a necessidade de manutenções frequentes das cercas e favorecer a convivência mais equilibrada entre a atividade agropecuária e a fauna brasileira”, finaliza o gerente especialista.
Sobre a Belgo Arames 
Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).
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Cidades

Acidente entre carreta e caminhonete da SESAI deixa quatro feridos na BR-158, no Araguaia

Equipes do Corpo de Bombeiros prestaram os primeiros socorros às vítimas.

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Quatro pessoas ficaram feridas após uma colisão entre uma carreta e uma caminhonete da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), na noite de sexta-feira (24), na BR-158, nas proximidades do distrito de Vale dos Sonhos, em Barra do Garças.

As vítimas são três enfermeiras, de 27, 35 e 37 anos, e o motorista da caminhonete, de 62 anos. Eles retornavam de uma aldeia indígena e seguiam para Barra do Garças quando o acidente aconteceu.

Segundo as informações apuradas, a carreta deixava um armazém e entrava na rodovia no momento em que houve a batida. A caminhonete atingiu a lateral do veículo de carga.

Equipes do Corpo de Bombeiros prestaram os primeiros socorros. Todos estavam conscientes, orientados e conseguiam conversar durante o atendimento.

Após o resgate, as vítimas foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Garças, onde passaram por exames, como raio-X e tomografia, e permaneceram em observação médica.

As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades responsáveis.

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