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INDIGNAÇÃO

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Flávio Gledson Vieira Bezerra, que assina a expusão

Yara Corrêa teria aprovado projetos com falhas técnicas em troca de vantagens financeiras

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O Governo do Estado determinou a exclusão da tenente Yara Corrêa dos Santos do quadro do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. Ela foi condenada por recebimento de propina.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (18), em cumprimento a uma determinação da Justiça Militar.

O documento foi assinado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pelo secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho Junior, e pelo comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Flávio Gledson Vieira Bezerra.

Conforme a publicação, a oficial perdeu o posto e a patente após decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que a considerou “indigna do oficialato”.

“Resolve aplicar a sanção de perda do posto e da patente e a consequente exclusão definitiva de seu nome dos quadros da corporação, sem direito à remuneração e indenização, por ter sido julgada indigna do oficialato, por decisão do referido Tribunal de Justiça”, consta em trecho a publicação.

Yara Santos integrava o Corpo de Bombeiros Militar desde fevereiro de 2013. Em 2020, a então militar passou a ser investigada por suspeita de favorecer a aprovação de projetos de segurança contra incêndio enquanto atuava como analista do setor na corporação.

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Segundo a denúncia, ela também prestava consultoria e atuava como representante da empresa Simplifica Design e Projetos, responsável pela elaboração de projetos técnicos junto ao Corpo de Bombeiros.

As investigações apontaram que a militar teria agilizado análises, aprovado projetos com falhas técnicas e dispensado exigências obrigatórias em troca de vantagens financeiras.

Um dos casos envolve o Malai Manso Resort, cujo projeto teria sido aprovado em apenas 13 dias.

A quebra de sigilo bancário identificou transferências financeiras entre o empreendimento, a empresa Simplifica, a proprietária da empresa e a então oficial.

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Justiça

Pesquisa nacional: 57% apoiam impeachment de ministros do STF

Levantamento reforça pressão para o Senado exercer sua prerrogativa

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Os dados mais recentes do instituto Apex Futura, coletados entre os dias 4 e 8 de maio de 2026, revelam que 57% dos brasileiros são favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

O levantamento demonstra uma tendência de alta no sentimento de desaprovação em comparação ao mês anterior, quando o apoio à medida era de 55,4%.

Em contrapartida, o percentual de cidadãos que se declaram contrários ao afastamento de magistrados recuou de 32,1% para 27,2%, enquanto o grupo dos que não souberam ou não responderam oscilou para 15,9%.

A pesquisa, que ouviu 2.000 eleitores em todo o território nacional, expõe um cenário de profunda rejeição institucional, com a desaprovação ao STF atingindo o patamar de 54,3%.

Esse descontentamento reflete a percepção de uma parcela expressiva da sociedade que enxerga a necessidade de um sistema de freios e contrapesos mais rígido.

Para esses eleitores, o Senado Federal deve exercer sua prerrogativa constitucional de processar e julgar condutas que consideram extrapolar os limites da Corte, garantindo que nenhum poder atue sem a devida prestação de contas.

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Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, o levantamento registrado no TSE sob o protocolo BR-03678/2026 valida estatisticamente o clamor por responsabilidade no Judiciário.
A evolução dos números sugere que a pauta do impeachment consolidou-se como uma exigência de maioria absoluta, evidenciando um distanciamento entre as decisões da cúpula da Justiça e os anseios populares por transparência e respeito à hierarquia das leis.
O resultado final reforça a cobrança sobre os parlamentares para que deem voz a essa demanda prioritária da população.
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