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VARÍOLA DOS MACACOS

SP registra primeira morte por varíola dos macacos

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A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou hoje (12) a primeira morte no estado de um paciente por Monkeypox, conhecida popularmente como varíola dos macacos. Segundo a secretaria, o paciente tinha 26 anos, morava na capital paulista e tinha diversas comorbidades, passando por um tratamento com antivirais para uso emergencial em casos graves. Ele estava internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas desde o dia 1º de agosto.

A secretaria municipal da saúde de São Paulo informou ainda que o paciente residia na zona norte paulistana.

Até o momento, segundo a secretaria, o estado de São Paulo registra 3.861 casos confirmados de Monkeypox. De acordo com o órgão, nas últimas semanas vem sendo observada uma redução de novos casos.

O vírus da Monkeypox, que faz parte da mesma família da varíola, é transmitido entre pessoas, e o atual surto tem prevalência de transmissão de contato íntimo e sexual. O principal sintoma da doença é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas, que podem surgir no rosto, dentro da boca ou outras partes do corpo como mãos, peito, pés e genitais. Outros sintomas associados são febre; caroço no pescoço, axila e virilhas; dor de cabeça; calafrios; e cansaço.

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Para prevenir a doença, a secretaria alerta que é preciso evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém que esteja com a doença; higienizar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool gel; não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos e objetos pessoais; e usar máscara.

Olho no Araguaia/EBC Saúde

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Policial

Mato Grosso registra 109 casos de tuberculose em presídios, diz Sejus

Secretaria de Justiça afirma que número representa 0,68% da população carcerária e nega surto nas unidades prisionais.

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A Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso (Sejus-MT) informou que 109 casos de tuberculose foram confirmados no sistema prisional do Estado. Apesar do número, a pasta afirma que a situação não configura surto nas penitenciárias mato-grossenses.

Segundo nota divulgada nesta quinta-feira (14), os casos registrados representam 0,68% da população prisional atual de Mato Grosso.

“A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) esclarece que não há surto de tuberculose nas penitenciárias de Mato Grosso. Os 109 casos diagnosticados equivalem a 0,68% da população prisional atual”, informou a pasta.

O posicionamento da secretaria ocorre em meio às discussões recentes sobre as condições estruturais e sanitárias do sistema penitenciário estadual, após relatórios de inspeções apontarem superlotação, falta de ventilação adequada e registros de doenças em unidades prisionais.

Nos últimos meses, decisões judiciais e relatórios de órgãos de fiscalização também mencionaram casos de tuberculose entre detentos em Mato Grosso.

A Sejus, no entanto, não informou em quais unidades os casos foram registrados nem detalhou quantos presos seguem em acompanhamento médico.

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