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NOVA XAVANTINA

Ciúmes termina em sangue: mulher esfaqueia ex e outra vítima durante festa e foge após ataque em Nova Xavantina

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Uma festa realizada no P.A. Santa Célia, no município de Nova Xavantina, terminou em violência na madrugada desta segunda-feira. Duas pessoas foram feridas com golpes de arma branca após um ataque atribuído a uma mulher inconformada com o fim de um relacionamento.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 5h10, a guarnição foi informada pelo Hospital Municipal de Campinápolis de que duas vítimas haviam dado entrada na unidade após serem esfaqueadas durante a festa. Imediatamente, os policiais se deslocaram até o hospital, onde colheram as primeiras informações com as vítimas e uma testemunha.

Segundo relatos, o crime teria sido motivado por ciúmes. A suspeita mantinha relacionamento com um dos feridos e não teria aceitado o término. Sem discussão prévia, ela teria chegado ao local e desferido golpes de faca contra o ex-companheiro e outra pessoa, fugindo logo em seguida em rumo ignorado.

As vítimas foram socorridas por uma testemunha, que conduziu a irmã e um homem identificado como Daniel em veículo particular até o hospital. O homem apresentava uma lesão no hipocôndrio direito de aproximadamente 7 centímetros e, devido à gravidade, foi transferido para o hospital de Água Boa. Já a mulher sofreu uma perfuração nas costas, com cerca de 3 centímetros, permanecendo internada em Campinápolis sob cuidados médicos.

Durante diligências, os policiais apuraram que a suspeita residiria nas proximidades do campo de futebol do bairro União. A equipe foi até o endereço, mas encontrou apenas a residência da madrasta da autora. Até o encerramento da ocorrência, a mulher não havia sido localizada.
O caso foi registrado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Campinápolis, que dará continuidade às investigações.

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Policial

Ação prende 70 pessoas por furto de energia no Estado

A ação é realizada pela Energisa Mato Grosso em parceria com as forças de segurança do estado.

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Nos últimos quatro meses, a Operação Energia Limpa já resultou em 70 prisões em Mato Grosso por envolvimento com furto de energia elétrica. A ação é realizada pela Energisa Mato Grosso em parceria com as forças de segurança do estado e tem intensificado o combate às ligações clandestinas em diferentes regiões.

Do total de prisões registradas desde janeiro, sete foram de “gateiros”, nome dado aos responsáveis por executar tecnicamente as fraudes na rede elétrica. A atuação desse grupo é considerada estratégica dentro do esquema, já que cada prisão pode interromper várias ligações irregulares feitas para diferentes consumidores.

Um caso recente, registrado em Cuiabá, reforça esse cenário. Um gateiro foi preso em flagrante enquanto realizava uma ligação clandestina em um restaurante japonês. O episódio evidencia que esse tipo de crime não está restrito a imóveis residenciais e também alcança comércios, mineradoras e outros estabelecimentos.

Segundo a concessionária, o impacto das prisões vai além de um único flagrante. Isso porque os gateiros costumam atuar em diversas instalações ao mesmo tempo, ampliando o alcance das fraudes e os prejuízos causados à rede.

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As operações, realizadas semanalmente em Mato Grosso, têm como foco desarticular toda a cadeia do furto de energia, atingindo tanto quem executa a fraude quanto quem se beneficia dela. A estratégia, conforme a empresa, tem contribuído para reduzir a reincidência e dificultar novas irregularidades.

“Quando a gente identifica e prende um gateiro, não estamos falando de uma única fraude. Estamos falando de várias irregularidades que deixam de acontecer ao mesmo tempo. Isso traz impacto direto na segurança da rede e na qualidade da energia para quem paga corretamente pela conta de luz”, afirma Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa Mato Grosso.

Porque o furto de energia é prejudicial

Além de crime, o furto de energia representa risco à população. As ligações clandestinas sobrecarregam a rede elétrica, aumentam as chances de curto-circuito, incêndios e acidentes graves, além de contribuírem para quedas e oscilações no fornecimento.

‘Gato’ é crime

A Operação Energia Limpa atua com base em inteligência e trabalho integrado entre concessionária e forças policiais, cruzando informações técnicas e denúncias para identificar os pontos de fraude e os responsáveis pelas ligações ilegais. O furto de energia é previsto no Código Penal e pode resultar em pena de até quatro anos de reclusão.

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Como denunciar

A população pode fazer denúncias de forma anônima pelos números 190 e 181, além dos canais oficiais da Energisa:
WhatsApp (Gisa): (65) 99999-7974
Aplicativo: Energisa On
Site: energisa.com.br
Call Center: 0800 646 4196

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