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TOLERÂNCIA ZERO

Força Tática prende homem e apreende duas armas de fogo adaptadas no Araguaia

Material foi encontrado em uma residência onde o suspeito foi preso em flagrante.

Publicado em

 / PMMT

Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam um homem, de 27 anos, por porte ilegal de arma de fogo, em Barra do Garças. Na ação, a PM apreendeu duas espingardas de pressão adaptadas para o uso de munição calibre .22 na residência do suspeito.

A ocorrência foi registrada em uma chácara, no bairro Jardim Nova Barra do Garças. A equipe da Força Tática se deslocou até o endereço após receber denúncias sobre possível comercialização de entorpecentes e perturbação do sossego no local.

Ao chegarem ao local, os policiais constataram som em volume elevado e, ao se aproximarem de uma das janelas do imóvel, perceberam um forte odor característico de entorpecente. No interior da casa, os militares visualizaram duas armas de pressão sobre o sofá da sala, com características de adaptação para o uso de munição calibre .22.

Um homem também foi encontrado no local e se apresentou aos policiais. Ele declarou ser proprietário das armas há vários anos, porém não apresentou documentação que comprovasse a origem e a regularidade dos armamentos.

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Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Atendimento da Polícia Militar. Posteriormente, ele e os materiais apreendidos foram levados à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

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Policial

Advogada é presa suspeita de mandar matar o marido por seguro de R$ 1 milhão

O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás. Segundo a polícia, ele foi morto com pauladas no rosto e tiro de arma de fogo.

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/ G1-GO

Uma advogada de 47 anos foi presa pela Polícia Civil, suspeita de ter planejado a morte do próprio marido por causa de um seguro de vida no valor de R$ 1 milhão. Mais dois homens, de 27 e 30 anos, também foram presos, suspeitos de participação no homicídio. O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira, de 45 anos, foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás.

Como as identidades dos suspeitos não foram divulgadas pela polícia, o g1 não conseguiu localizar as suas defesas.

De acordo com o delegado Patrick Carniel, Aurélio, que tinha uma laboratório, foi morto no dia 30 de abril. O corpo foi localizado abandonado em uma estrada de difícil acesso, na zona rural do município, dias depois.

Segundo a investigação, o empresário foi executado com pauladas no rosto e tiro de espingarda. De acordo com a Polícia Científica, a perícia identificou 26 perfurações no corpo, sendo a maioria causada por arma do tipo espingarda.

O corpo de Aurélio foi levado até a zona rural em um carro alugado, cujo aluguel estava em nome dele mesmo. O veículo também foi abandonado, mas em outro local, igualmente ermo.

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Dinâmica do crime

Segundo o delegado, antes de ser morto Aurélio recebeu uma substância de uso veterinário com propriedades sedativas. O objetivo, segundo a polícia, era deixá-lo vulnerável durante o crime.

Na noite do crime, por volta das 21h40, a esposa teria filmado o marido já deitado na cama, sedado, e enviado o vídeo para os comparsas. Os homens eram clientes dela e teriam participado da ação em troca de R$ 50 mil, que seriam divididos entre eles. O valor, contudo, segundo o delegado, não chegou a ser pago.

Pouco tempo depois, a mulher deixou a casa com a filha de 13 anos, fruto de outro relacionamento, para levá-la ao hospital. Enquanto ia ao hospital, os homens entraram na casa e mataram Aurélio.

As investigações também apontaram que a mulher teria se encontrado com os dois comparsas e entregado luvas para eles usarem durante o homicídio. Após o crime, os dois foram beber em um bar e pediram que a conta fosse paga pela esposa de Aurélio.

Segundo as investigações, por volta da 0h40 do dia 1º de maio, a mulher voltou para casa, após a retirada do corpo. Ela, então, fotografou o ambiente do crime e enviou as fotos para os comparsas, para indicar os rastros deixados pela execução. “O desaparecimento da vítima, contudo, somente foi comunicado às autoridades por volta das 6h”, afirmou a polícia, em nota.

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Pesquisas por venenos

De acordo com o delegado, fatos que aconteceram bem antes do crime apontam para uma ação planejada pela esposa, como pesquisas realizadas por ela na internet relacionadas a efeitos de plantas tóxicas e venenos.

Outro ponto que chamou a atenção da polícia foi que o seguro de vida de R$ 1 milhão em nome de Aurélio havia sido contratado cerca de quatro meses antes da morte, tendo a esposa como única beneficiária. Além disso, a mulher conseguiu convencê-lo a adotar a sua filha pouco tempo antes do crime.

A mulher e os comparsas foram presos preventivamente A Polícia Civil informou que as investigações ainda estão em andamento para o completo esclarecimento das circunstâncias do homicídio, além da exata participação individual de cada investigado.

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