Policial
Jovem é executado a tiros dentro de casa e suspeitos são presos após fuga
aique Oliveira dos Santos foi morto a tiros na manhã de quinta (27); suspeitos relataram que vítima integrava facção rival.
/ Rd News
Kaique Oliveira dos Santos, de 21 anos, foi assassinado a tiros em uma residência no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Comodoro (MT), na quinta-feira (27). Os dois suspeitos, de 18 e 22 anos, fugiram para Campos de Júlio logo após o crime, mas acabaram presos por policiais militares.
Segundo a PM, com o jovem de 18 anos havia um revólver calibre 38, já o outro jovem, de 22 anos, portava uma pistola calibre 40. No revólver, foram encontradas três munições deflagradas e duas que falharam na percussão; já o carregador da pistola estava vazio. Todo o material foi apreendido.
O suspeito de 22 anos admitiu que havia quatro munições na arma e que todas foram disparadas contra Kaique. Ambos confessaram a autoria do assassinato e relataram aos policiais que cometeram a execução pelo fato de a vítima supostamente pertencer a uma organização criminosa rival.
A cena do crime foi isolada pelos PMs até a chegada da Polícia Judiciária Civil. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para os procedimentos de coleta de provas.
Quanto aos dois suspeitos, ambos foram detidos e encaminhados para a formalização do flagrante e adoção das medidas cabíveis pela PJC.
Policial
Advogada é presa suspeita de mandar matar o marido por seguro de R$ 1 milhão
O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás. Segundo a polícia, ele foi morto com pauladas no rosto e tiro de arma de fogo.
/ G1-GO
Uma advogada de 47 anos foi presa pela Polícia Civil, suspeita de ter planejado a morte do próprio marido por causa de um seguro de vida no valor de R$ 1 milhão. Mais dois homens, de 27 e 30 anos, também foram presos, suspeitos de participação no homicídio. O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira, de 45 anos, foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás.
Como as identidades dos suspeitos não foram divulgadas pela polícia, o g1 não conseguiu localizar as suas defesas.
De acordo com o delegado Patrick Carniel, Aurélio, que tinha uma laboratório, foi morto no dia 30 de abril. O corpo foi localizado abandonado em uma estrada de difícil acesso, na zona rural do município, dias depois.
Segundo a investigação, o empresário foi executado com pauladas no rosto e tiro de espingarda. De acordo com a Polícia Científica, a perícia identificou 26 perfurações no corpo, sendo a maioria causada por arma do tipo espingarda.
O corpo de Aurélio foi levado até a zona rural em um carro alugado, cujo aluguel estava em nome dele mesmo. O veículo também foi abandonado, mas em outro local, igualmente ermo.
Dinâmica do crime
Segundo o delegado, antes de ser morto Aurélio recebeu uma substância de uso veterinário com propriedades sedativas. O objetivo, segundo a polícia, era deixá-lo vulnerável durante o crime.
Na noite do crime, por volta das 21h40, a esposa teria filmado o marido já deitado na cama, sedado, e enviado o vídeo para os comparsas. Os homens eram clientes dela e teriam participado da ação em troca de R$ 50 mil, que seriam divididos entre eles. O valor, contudo, segundo o delegado, não chegou a ser pago.
Pouco tempo depois, a mulher deixou a casa com a filha de 13 anos, fruto de outro relacionamento, para levá-la ao hospital. Enquanto ia ao hospital, os homens entraram na casa e mataram Aurélio.
As investigações também apontaram que a mulher teria se encontrado com os dois comparsas e entregado luvas para eles usarem durante o homicídio. Após o crime, os dois foram beber em um bar e pediram que a conta fosse paga pela esposa de Aurélio.
Segundo as investigações, por volta da 0h40 do dia 1º de maio, a mulher voltou para casa, após a retirada do corpo. Ela, então, fotografou o ambiente do crime e enviou as fotos para os comparsas, para indicar os rastros deixados pela execução. “O desaparecimento da vítima, contudo, somente foi comunicado às autoridades por volta das 6h”, afirmou a polícia, em nota.
Pesquisas por venenos
De acordo com o delegado, fatos que aconteceram bem antes do crime apontam para uma ação planejada pela esposa, como pesquisas realizadas por ela na internet relacionadas a efeitos de plantas tóxicas e venenos.
Outro ponto que chamou a atenção da polícia foi que o seguro de vida de R$ 1 milhão em nome de Aurélio havia sido contratado cerca de quatro meses antes da morte, tendo a esposa como única beneficiária. Além disso, a mulher conseguiu convencê-lo a adotar a sua filha pouco tempo antes do crime.
A mulher e os comparsas foram presos preventivamente A Polícia Civil informou que as investigações ainda estão em andamento para o completo esclarecimento das circunstâncias do homicídio, além da exata participação individual de cada investigado.
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