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Operação da Sema e PM termina com troca de tiros e prisão de suspeito em área de mata em Luciara

Equipes apuravam denúncia de extração ilegal de madeira quando foram, segundo a PM, recebidas a tiros.

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Uma operação conjunta da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e da Polícia Militar terminou em uma troca de tiros na noite de quarta-feira (22), em uma área de mata no município de Luciara. A ação resultou na prisão de um homem e na apreensão de um revólver calibre .357.

Equipes da Sema e da 27ª Companhia Independente da Polícia Militar de Confresa se deslocaram até o local para verificar uma denúncia anônima sobre suposta extração ilegal de madeira e transporte irregular de carga florestal.

Segundo o boletim policial, ao se aproximarem da área, por volta das 21h30, os agentes teriam sido recebidos com disparos de arma de fogo. Os policiais revidaram e o confronto se estendeu durante a madrugada, sendo necessário o reforço do cerco tático com outras viaturas da Polícia Militar.

Ao término da operação, um suspeito foi preso e um revólver calibre .357 foi apreendido. Ninguém das equipes de fiscalização e segurança ficou ferido.

Em razão do confronto, as equipes informaram que não foi possível confirmar, naquele momento, se a denúncia de extração ilegal de madeira procedia ou se havia atividade criminosa em andamento na área.

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A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil.

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Gaeco mira esquema de R$ 28,7 milhões no agro e Justiça manda sequestrar aeronave

Segunda fase da operação cumpre mandados em Mato Grosso e São Paulo contra grupo suspeito de causar prejuízos a produtores e empresas do setor algodoeiro.

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou nesta sexta-feira (24) a segunda fase da Operação Safra Desviada, que investiga um suposto esquema responsável por prejuízos estimados em R$ 28,7 milhões no agronegócio de Mato Grosso.

A nova etapa tem como alvo pessoas suspeitas de utilizar empresas e mecanismos financeiros para obter vantagens ilícitas em operações relacionadas ao segmento algodoeiro. Produtores rurais e empresas do setor estariam entre as vítimas.

Nesta sexta-feira, são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, além de uma série de medidas patrimoniais determinadas pela Justiça. Entre elas está o sequestro de uma aeronave e de três veículos pertencentes aos investigados.

A Justiça também autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 10 pessoas físicas e jurídicas, além do bloqueio de ativos financeiros e da indisponibilidade de imóveis.

Conforme as investigações, além da estrutura empresarial e financeira utilizada no suposto esquema, os investigados teriam adotado medidas com o objetivo de dificultar o avanço das apurações.

Mandados em dois estados

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As ordens judiciais são cumpridas em Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Sinop e Tapurah, em Mato Grosso. Em São Paulo, a operação alcança os municípios de Presidente Prudente e Álvares Machado.

A ação mobiliza diferentes unidades da Polícia Militar. Em Mato Grosso, participam equipes dos 11º, 12º e 13º Batalhões, das Forças Táticas de Sinop, Sorriso e Nova Mutum e do 1º Pelotão da Polícia Militar de Tapurah.

Cumprimentoda lei

Em São Paulo, o cumprimento das determinações judiciais conta com apoio do 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP).

Primeira fase apurou prejuízo de R$ 140 milhões

A Operação Safra Desviada teve sua primeira fase deflagrada em fevereiro deste ano. Na ocasião, as investigações se concentraram em supostos desvios de grãos que teriam provocado prejuízos de aproximadamente R$ 140 milhões ao Grupo Lermen e a outras empresas do setor.

Na primeira etapa foram cumpridas 180 medidas cautelares em municípios como Cuiabá, Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Colíder, Nova Ubiratã, Boa Esperança do Norte e Campo Verde.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e integrada pelas polícias Civil, Militar e Penal, além do Sistema Socioeducativo.

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