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LEVANTAMENTO

Rebanho bovino do Médio Araguaia ultrapassa 2,7 mi de cabeças com Cocalinho liderando

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O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) divulgou uma atualização do rebanho bovino nos municípios da região do Médio Araguaia. Os dados mostram que, juntos, os municípios contabilizam mais de 2,7 milhões de cabeças de gado, reforçando a importância da pecuária para a economia regional.

Entre os municípios com maior número de animais está Cocalinho, que possui 484 mil bovinos registrados. Na sequência aparecem Nova Xavantina, com 403 mil cabeças, Ribeirão Cascalheira, com 305 mil, e Água Boa, com aproximadamente 300 mil animais. Em comparação ao levantamento anterior, Água Boa apresentou redução, já que em 2024 o município contabilizava cerca de 315 mil bovinos.

Confira o número de bovinos registrados em cada município:

  • Cocalinho: 484 mil cabeças;
  • Nova Xavantina: 403 mil;
  • Ribeirão Cascalheira: 305 mil;
  • Água Boa: 300 mil;
  • Novo São Joaquim: 258 mil;
  • Campinápolis: 254 mil;
  • Canarana: 197 mil;
  • Gaúcha do Norte: 191 mil;
  • Querência: 123 mil;
  • Nova Nazaré: 77 mil.
Os números divulgados pelo Indea são utilizados para acompanhamento do rebanho estadual, planejamento das ações de defesa sanitária animal e monitoramento da atividade pecuária em Mato Grosso, um dos principais estados produtores de carne bovina do país.
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Agropecuária

Mato Grosso registra maior crescimento do país no abate de bovinos no 1º trimestre de 2026

Com 17,5% de participação no total nacional, o estado segue na liderança da atividade pecuária brasileira

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Mato Grosso registrou o maior crescimento absoluto no abate de bovinos do país no primeiro trimestre de 2026, com aumento de 135,11 mil cabeças em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (16.6).

Na comparação entre os primeiros trimestres de 2025 e 2026, o Estado apresentou crescimento de 8,1% no volume de bovinos abatidos. Segundo o IBGE, o abate de bovinos no Brasil aumentou em aproximadamente 326,28 mil cabeças em relação ao primeiro trimestre de 2025. O crescimento foi impulsionado pelo desempenho de 21 das 27 unidades da federação.

Além de Mato Grosso, os maiores aumentos foram registrados em São Paulo, com acréscimo de 128,20 mil cabeças, Pará, com 36,34 mil, Rio Grande do Sul, com 20,03 mil, e Bahia, com 16,35 mil. As principais quedas ocorreram em Goiás, com redução de 68,61 mil cabeças, e Mato Grosso do Sul, com diminuição de 32,64 mil.

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O levantamento também mostra que Mato Grosso segue como o principal estado produtor do país, responsável por 17,5% de todo o abate bovino nacional no período. Na sequência aparecem São Paulo, com participação de 11,6%, Goiás, com 9,2%, e Pará, com 9,1%.

Regionalmente, o Centro-Oeste concentrou a maior parcela do abate de bovinos do país, com 36% do total nacional. Em seguida aparecem as regiões Norte (23,9%), Sudeste (21,5%), Sul (9,4%) e Nordeste (9,1%).

Para a secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Linacis Lisboa Vogel, os números confirmam a importância da pecuária mato-grossense para a economia do Estado e para o abastecimento da cadeia produtiva nacional.

“Mato Grosso tem papel estratégico na pecuária brasileira, não apenas pelo volume produzido, mas também pela eficiência e competitividade de sua cadeia produtiva. O crescimento registrado neste início de ano demonstra a força do setor e reforça a contribuição do Estado para o abastecimento dos mercados interno e externo”, afirmou.

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