IBGE 2026
Confira as 10 cidades mais populosas de Mato Grosso: veja ranking atualizado do IBGE
Capital chegou a 698,9 mil habitantes e lidera levantamento, seguida por Várzea Grande e Rondonópolis; Araguainha aparece na outra ponta, com 989 moradores.
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Cuiabá lidera o ranking das cidades mais populosas de Mato Grosso, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (28). A Capital chegou a 698.917 habitantes em 2026.
Várzea Grande aparece na segunda posição do levantamento, com 323.172 moradores. Rondonópolis completa o top 3, com 268.202 habitantes.
As dez cidades mais populosas de Mato Grosso são:
Cuiabá — 698.917 habitantes
Várzea Grande — 323.172
Rondonópolis — 268.202
Sinop — 231.452
Sorriso — 128.727
Tangará da Serra — 116.637
Lucas do Rio Verde — 99.291
Primavera do Leste — 99.053
Cáceres — 91.908
Barra do Garças — 75.524
Os dez municípios juntos somam 2.132.883 habitantes.
Na outra ponta do ranking está Araguainha. A cidade, localizada na região sudeste do estado, tem apenas 989 habitantes. Além de ser o município menos populoso de Mato Grosso, é o quarto do país com o menor número de moradores.
Mato Grosso tem 142 municípios. O mais novo é Boa Esperança do Norte, instalado oficialmente em 2025, que possui população estimada em 5.983 habitantes.
No país, a população chegou a 214.211.951 pessoas. O crescimento nacional foi de 0,37%, percentual quase quatro vezes menor que o registrado em Mato Grosso.
Os números são estimativas demográficas e não representam a realização de um novo Censo. Os cálculos consideram os resultados do Censo de 2022, registros de nascimentos e mortes, migração e outras informações populacionais.
Cidades
Xavantes deixam sede da Funai em Ribeirão Cascalheira após acordo para novas negociações
Atendimentos foram retomados na unidade e nova rodada de diálogo está prevista para outubro.
/ Olhar Alerta
Lideranças Xavante da Terra Indígena Pimentel Barbosa desocuparam a sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em Ribeirão Cascalheira, nesta sexta-feira (28), encerrando a manifestação iniciada nesta semana. Com a saída dos indígenas, os atendimentos na unidade foram normalizados.
Uma nova rodada de negociações foi agendada para outubro. O grupo reivindica mudanças na coordenação regional da Funai e cobra maior atuação do órgão nas demandas das comunidades indígenas da região.
A ocupação teve início como forma de protesto contra o que as lideranças classificam como falta de assistência às terras indígenas Pimentel Barbosa e Areões, além da ausência da Funai em discussões relacionadas às obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO).
Durante o período da manifestação, lideranças da Terra Indígena Areões divulgaram posicionamento contrário à ocupação e defenderam a manutenção da atual coordenação da Funai em Ribeirão Cascalheira.
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