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POLÊMICA NA IGREJA

Diocese de Barra do Garças nega omissão e esclarece denúncia contra padre investigado

Nota oficial afirma que acusações foram apuradas e arquivadas nas esferas civil e canônica; instituição denuncia disseminação de desinformação.

Publicado em

 / Semana 7

A Diocese de Barra do Garças divulgou, neste sábado (21), uma nota pública de esclarecimento em que nega qualquer omissão diante de denúncias envolvendo o padre Vandilson Pereira Sobrinho e detalha as providências adotadas desde o recebimento formal do caso, em setembro de 2025.

O documento é assinado pelo bispo diocesano, Dom Paulo Renato Fernandes Gonçalves de Campos, que afirma que a instituição tomou conhecimento da denúncia por meio de e-mail institucional no dia 15 de setembro de 2025. A partir disso, segundo a Diocese, foram iniciados os procedimentos internos, incluindo a comunicação ao sacerdote, o recebimento de sua manifestação e a apuração dos fatos no âmbito eclesiástico.

A nota destaca que não houve omissão por parte da Igreja. “A Diocese procedeu com a seriedade, a prudência e o senso de responsabilidade que o caso exigia”, diz o texto.

Paralelamente, as acusações de natureza patrimonial foram analisadas pelas autoridades civis. De acordo com a Diocese, a Polícia Civil concluiu que a denúncia era infundada, resultando no arquivamento do inquérito policial (IP 49.4.2025.10055-1). O entendimento foi acompanhado pelo Ministério Público e homologado pelo Judiciário.

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Na decisão judicial citada na nota, o juiz apontou que não foram identificados elementos que caracterizassem crimes como apropriação indébita ou estelionato, determinando o arquivamento do caso.

No âmbito religioso, a apuração também foi concluída sem comprovação de irregularidades. Conforme a Diocese, não foram encontrados elementos que justificassem a continuidade do processo canônico, levando ao arquivamento da denúncia em 11 de fevereiro de 2026, com comunicação às instâncias superiores da Igreja.

Apesar disso, a instituição afirma que houve uma escalada de exposições públicas e acusações nas redes sociais e na mídia, o que, segundo o bispo, passou a atingir não apenas o sacerdote, mas também a imagem da Diocese e de seus membros.

Diante disso, a Diocese informou que já está adotando medidas legais para apurar possíveis excessos e responsabilizar eventuais ilícitos.

No comunicado, a Igreja também reforça seu compromisso com a verdade, a justiça e a transparência, além de afirmar que continuará colaborando com as autoridades públicas. A nota ainda faz um apelo à população e aos profissionais da comunicação para que atuem com responsabilidade e evitem julgamentos precipitados.

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“A Diocese não se deixará intimidar por pressões externas, campanhas de desinformação ou tentativas de constrangimento moral”, diz o texto.

A instituição encerra afirmando que permanece à disposição para contribuir com o esclarecimento dos fatos.

Confira a nota na íntegra:

Assessoria

nota dom paulo renato

nota dom paulo renato

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A Copa do Mundo mais cara da história para os torcedores

Ingresso da final pode chegar a custar R$ 950 mil.

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 / G1

Você pagaria quase 1 milhão de reais para ver a final da Copa do Mundo?

Neste ano teremos a Copa mais cara da história para os torcedores. A Fifa espera arrecadar um recorde de US$ 3 bilhões com a venda de ingressos.

O ticket mais barato para a final custa quase R$ 21 mil. Sete vezes mais caro que na última edição. E grupos de torcedores já se organizam em protesto.

“Fiquei chocado com o nível de ganância, para ser sincero”, diz um torcedor dos EUA. “Acho que deveríamos boicotar esta Copa do Mundo”, afirma outro, do Senegal.

Nesta edição, a Fifa está aplicando preços dinâmicos. Isso significa que os valores dos ingressos variam de acordo com a demanda em tempo real, atingindo preços recorde

Além disso, a revenda de ingressos não tem regulação nos Estados Unidos nem no Canadá. Com isso, sites já anunciam ingressos para a final por até € 163 mil, ou R$ 950 mil.

Embora a Fifa diga que os preços refletem a demanda, grupos de torcedores criticam a falta de limites e regulação.

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O torcedor dos EUA Adaer Melgar pagou US$ 3.400 por seis ingressos. Ele começou a economizar há oito anos.

“Eu cheguei a abrir uma conta bancária separada, onde comecei a depositar US$ 100 por mês, pouco a pouco. Mesmo com esse planejamento e me preparando por alguns anos, foi muito mais caro do que eu esperava”, conta.

“Paguei quase US$ 500 por ingresso da fase de grupos. Também reservei um hostel em San Francisco e um motel em Dallas. Isso me custou cerca de US$ 150 por noite”, diz Mohammad Shakour, torcedor da Jordânia em sua primeira Copa.

Além disso, torcedores de algumas nacionalidades sequer podem comparecer devido a restrições de viagem impostas pelos Estados Unidos.

“Se não somos aceitos como torcedores, nossas seleções não deveriam ir – e deveríamos realmente boicotar o torneio. Sem torcedores, não existe esporte, não existe entretenimento”, afirma uma torcedora do Senegal.

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