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GRIPE AVIÁRIA

Estados devem declarar estado de emergência zoossanitária

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Medida visa conter avanço da gripe aviária e efetivar ações do governo federal nas unidades.

Líder nas exportações de carne de frango para o mundo, respondendo por 35% do mercado global, o Brasil é um dos únicos países que ainda se mantém com o status de livre da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (Gripe Aviária) em aves comerciais, conforme protocolo da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O controle da situação pandêmica tem sido possível graças a um sistema de defesa sanitária reconhecido internacionalmente. Diante dos registros dos primeiros focos da doença em aves migratórias neste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 22 de maio.

Conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), para que as medidas de enfrentamento à gripe aviária sejam efetivadas, é necessário que os estados também adotem medidas semelhantes, reforçando o alerta mesmo nas localidades onde não há qualquer registro de foco de gripe aviária. Isso porque a ocorrência de um caso em ave comercial afetaria todo o país.

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O estado de emergência já declarado pelo Mapa possibilita a mobilização de verbas da União e a articulação com outros ministérios, organizações governamentais – nas três instâncias: federal, estadual e municipal – e não governamentais. Contudo, os estados e municípios precisam adotar medidas semelhantes para acessar e disponibilizar os recursos a serem aplicados nas ações necessárias, tais como assegurar a força de trabalho, logística, recursos materiais e tecnológicos para a contenção da gripe aviária.

Olho no Araguaia – Agência Brasil

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Economia

Endividamento das famílias brasileiras bate recorde histórico e chega a 81,6%

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O endividamento das famílias atingiu 81,6% em maio deste ano, estabelecendo o maior índice da série histórica. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O indicador apresenta um crescimento de 3,4 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registrava 78,2%. Em relação a abril, a alta foi de 0,7 ponto percentual. O índice abrange dívidas a vencer em modalidades como cartão de crédito, cheque especial, carnês, empréstimos e prestações.

Acompanhando o recorde de endividamento, a inadimplência subiu para 29,9%, o patamar mais elevado desde novembro passado. Apesar do aumento no volume de dívidas e de atrasos em relação a abril, o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar os débitos permaneceu estável em 12,3%.

Quase todas as faixas de renda registraram alta no endividamento, com exceção do grupo que recebe entre cinco e dez salários mínimos, que apresentou retração.

O período da pesquisa coincide com o lançamento do Novo Desenrola Brasil, ocorrido em 4 de maio. A iniciativa foca na redução do endividamento populacional e já atendeu mais de 1,4 milhão de pessoas na modalidade Famílias.

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