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PREJUÍZO

No governo Lula, estatais acumulam prejuízo recorde de R$2,73 bilhões em três meses

Dano às empresas públicas entre janeiro e abril é o pior da série histórica iniciada em 2002, diz Banco Central

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O ciclo danoso do governo de Lula (PT) às contas públicas foi evidenciado pelo Banco Central, com a constatação de um prejuízo recorde de R$ 2,73 bilhões registrados pelas empresas estatais federais, somente entre janeiro e abril deste ano. Foi o pior desempenho em 23 anos da série histórica iniciada em 2002.

O relatório de estatísticas fiscais divulgado na sexta-feira (30) expôs mais um motivo de descrédito de investidores sobre a política fiscal petista: o saldo negativo de 62,8%, no primeiro quadrimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior.

O quadro tão crítico que apenas o mês de abril registrou prejuízo de R$ 1,4 bilhão, outro recorde histórico para este mês.

Neste terceiro mandato de Lula comandando o Brasil, as empresas públicas federais tiveram déficit em todos os primeiros quadrimestres: R$ 1,842 bilhão, em 2023; R$ 1,678 bilhão, em 2024, mais os R$ 2,73 bilhões deste ano de 2025.

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Economia

Endividamento das famílias brasileiras bate recorde histórico e chega a 81,6%

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O endividamento das famílias atingiu 81,6% em maio deste ano, estabelecendo o maior índice da série histórica. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O indicador apresenta um crescimento de 3,4 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registrava 78,2%. Em relação a abril, a alta foi de 0,7 ponto percentual. O índice abrange dívidas a vencer em modalidades como cartão de crédito, cheque especial, carnês, empréstimos e prestações.

Acompanhando o recorde de endividamento, a inadimplência subiu para 29,9%, o patamar mais elevado desde novembro passado. Apesar do aumento no volume de dívidas e de atrasos em relação a abril, o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar os débitos permaneceu estável em 12,3%.

Quase todas as faixas de renda registraram alta no endividamento, com exceção do grupo que recebe entre cinco e dez salários mínimos, que apresentou retração.

O período da pesquisa coincide com o lançamento do Novo Desenrola Brasil, ocorrido em 4 de maio. A iniciativa foca na redução do endividamento populacional e já atendeu mais de 1,4 milhão de pessoas na modalidade Famílias.

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