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Policial

Polícia Civil resgata adolescente de 17 anos vítima de violência sexual e prende homem em propriedade rural

Investigado, que tinha mandado de prisão em aberto, foi flagrado com uma arma de fogo.

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Uma adolescente de 17 anos, vítima de violência sexual, foi resgatada pela Polícia Civil na terça-feira (27.8), em uma propriedade rural localizada a cerca de 100 quilômetros de Sorriso. A ação foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Vulneráveis, com apoio de investigadores da Delegacia Municipal.

O homem, de 46 anos, era conhecido da vítima e foi preso em flagrante pelos crimes de estupro de menor de 18 anos e posse ilegal de arma de fogo com numeração suprimida. Ele também tinha um mandado de prisão em aberto por dívida de pensão alimentícia, que foi cumprido pela equipe.

A investigação começou após a Polícia Civil receber informações de que uma adolescente teria sido vítima de violência sexual. Conforme os relatos, o homem fazia ameaças para impedir que ela revelasse o ocorrido, mantendo a vítima sob constante intimidação.

Apesar das ameaças, a adolescente conseguiu enviar uma mensagem a um amigo e pedir ajuda, o que levou o caso ao conhecimento da Polícia Civil. Diante das informações recebidas, os policiais foram até a propriedade rural, onde localizaram a jovem e adotaram as medidas necessárias para garantir sua segurança.

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Ao perceber a movimentação, o investigado decidiu levar a adolescente até Sorriso, onde ela tinha um compromisso. Quando os policiais chegaram à propriedade, o homem já deixava o local acompanhado da vítima. As equipes realizaram a abordagem e retiraram a adolescente da companhia do investigado, garantindo o acolhimento e a proteção necessários.

Durante a abordagem e os procedimentos realizados no local, os investigadores localizaram em poder do suspeito uma arma de fogo longa, calibre .22, além de munições do mesmo calibre.

Em consulta ao Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), os policiais constataram, ainda, a existência de mandado de prisão em aberto contra o suspeito, expedido pela Comarca de Apiacás, sendo adotadas as providências para o seu cumprimento.

Após o resgate, a adolescente recebeu acolhimento e foi encaminhada para os procedimentos de proteção e atendimento necessários, enquanto as circunstâncias do caso seguem sob apuração.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Sorriso, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias da violência sexual e das ameaças relatadas pela adolescente.

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Policial

Advogada é presa suspeita de mandar matar o marido por seguro de R$ 1 milhão

O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás. Segundo a polícia, ele foi morto com pauladas no rosto e tiro de arma de fogo.

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/ G1-GO

Uma advogada de 47 anos foi presa pela Polícia Civil, suspeita de ter planejado a morte do próprio marido por causa de um seguro de vida no valor de R$ 1 milhão. Mais dois homens, de 27 e 30 anos, também foram presos, suspeitos de participação no homicídio. O biomédico e empresário Aurélio Campos de Oliveira, de 45 anos, foi morto em Goiatuba , no sul de Goiás.

Como as identidades dos suspeitos não foram divulgadas pela polícia, o g1 não conseguiu localizar as suas defesas.

De acordo com o delegado Patrick Carniel, Aurélio, que tinha uma laboratório, foi morto no dia 30 de abril. O corpo foi localizado abandonado em uma estrada de difícil acesso, na zona rural do município, dias depois.

Segundo a investigação, o empresário foi executado com pauladas no rosto e tiro de espingarda. De acordo com a Polícia Científica, a perícia identificou 26 perfurações no corpo, sendo a maioria causada por arma do tipo espingarda.

O corpo de Aurélio foi levado até a zona rural em um carro alugado, cujo aluguel estava em nome dele mesmo. O veículo também foi abandonado, mas em outro local, igualmente ermo.

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Dinâmica do crime

Segundo o delegado, antes de ser morto Aurélio recebeu uma substância de uso veterinário com propriedades sedativas. O objetivo, segundo a polícia, era deixá-lo vulnerável durante o crime.

Na noite do crime, por volta das 21h40, a esposa teria filmado o marido já deitado na cama, sedado, e enviado o vídeo para os comparsas. Os homens eram clientes dela e teriam participado da ação em troca de R$ 50 mil, que seriam divididos entre eles. O valor, contudo, segundo o delegado, não chegou a ser pago.

Pouco tempo depois, a mulher deixou a casa com a filha de 13 anos, fruto de outro relacionamento, para levá-la ao hospital. Enquanto ia ao hospital, os homens entraram na casa e mataram Aurélio.

As investigações também apontaram que a mulher teria se encontrado com os dois comparsas e entregado luvas para eles usarem durante o homicídio. Após o crime, os dois foram beber em um bar e pediram que a conta fosse paga pela esposa de Aurélio.

Segundo as investigações, por volta da 0h40 do dia 1º de maio, a mulher voltou para casa, após a retirada do corpo. Ela, então, fotografou o ambiente do crime e enviou as fotos para os comparsas, para indicar os rastros deixados pela execução. “O desaparecimento da vítima, contudo, somente foi comunicado às autoridades por volta das 6h”, afirmou a polícia, em nota.

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Pesquisas por venenos

De acordo com o delegado, fatos que aconteceram bem antes do crime apontam para uma ação planejada pela esposa, como pesquisas realizadas por ela na internet relacionadas a efeitos de plantas tóxicas e venenos.

Outro ponto que chamou a atenção da polícia foi que o seguro de vida de R$ 1 milhão em nome de Aurélio havia sido contratado cerca de quatro meses antes da morte, tendo a esposa como única beneficiária. Além disso, a mulher conseguiu convencê-lo a adotar a sua filha pouco tempo antes do crime.

A mulher e os comparsas foram presos preventivamente A Polícia Civil informou que as investigações ainda estão em andamento para o completo esclarecimento das circunstâncias do homicídio, além da exata participação individual de cada investigado.

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