ÁGUA BOA
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

VEJA VALORES

Justiça Eleitoral divulga teto de gastos para Eleições 2026

Cargo de governador continua com maior orçamento de Mato Grosso.

Publicado em

A Justiça Eleitoral divulgou, os limites de gastos de campanhas das Eleições Gerais de 2026. Em Mato Grosso, o maior orçamento continua para o cargo de governador, que pode ter um gasto total de R$ 7,115 milhões, com acréscimo de R$ 3,557 milhões em caso de segundo turno. O segundo maior valor autorizado é para os cargos de senador, em R$ 3,811 milhões.

Segundo o assessor de Exames de Contas Eleitorais e Partidárias, Jorge Yoshiro Kimura, os valores poderiam ser reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Entretanto, conforme o voto do ministro Kassio Nunes, o teto de gastos permanece o mesmo do pleito de 2022”, explica Jorge.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou a ausência de legislação eleitoral que autorizasse o reajuste dos limites de gastos. A Corte também levou em conta o orçamento de R$ 4,9 bilhões destinado ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições de 2026.

Foram autorizados R$ 3,176 milhões para o cargo de deputado federal e outros R$ 1,270 milhão para o cargo de deputado estadual. Para ambos os cargos, os valores são os mesmos em todos os Estados da Federação.

Leia Também:  Mulheres poderão comprar spray de defesa pessoal após aprovação no Senado

Entre as campanhas do pleito de 2026, o maior teto de gastos é para a Presidência da República. Os candidatos poderão gastar até R$ 88,944 milhões no primeiro turno. Caso a disputa avance para o segundo turno, haverá um acréscimo de R$ 44,472 milhões.

Confira aqui a tabela com os valores referentes aos cargos de governador, senador, deputado federal, e deputado estadual de todos os Estados.

Advertisement

Política

Mauro Mendes defende nova Constituinte que permita a prisão perpétua

Ex-governador afirmou que crimes bárbaros precisam ter penas mais duras

Published

on

Foto: Portal Agência da Notícia

Em entrevista à Rádio CBN Cuiabá, nesta quinta-feira (2), ele afirmou que a atual legislação impede que o país responda com rigor adequado a crimes violentos, e só uma nova constituinte seria capaz de mudar isso.

“Eu sou a favor da prisão perpétua, só que a Constituição Brasileira proíbe isso. Então vamos convocar uma nova constituinte”, ressaltou.

A Constituição Federal de 1988 proíbe expressamente, no artigo 5º, a adoção de penas de caráter perpétuo. Por ser uma cláusula pétrea, ou seja, um direito individual imutável, a vedação só poderia ser superada por uma nova Assembleia Nacional Constituinte, convocada por lei. É essa a saída defendida por Mauro.

O ex-governador citou um caso recente de um assassino que matou a vizinha a tiros e deixou o marido dela em estado grave, no Rio Grande do Sul. O criminoso foi preso, mas solto em menos de três dias. 

“E esse é apenas um de centenas de milhares de casos de impunidade que acontecem em todo o país, porque a lei é frouxa”, criticou.

O pré-candidato lembrou que o Código Penal Brasileiro é de 1940, muito distante da realidade atual do crime no país.

“É um absurdo que tenham se passado exatamente 86 anos e nós não fomos capazes de fazer um novo código para combater a bandidagem, combater tantos tipos de crime que surgiram, que quando esse código nasceu, sequer existiam”, completou.
Leia Também:  Eleição, prestação de contas e uso de recursos entram na mira do MPF em Ribeirão Cascalheira
Continuar lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA