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Política

Real Time: Wellington Fagundes lidera cenários de 1º e 2º turnos em MT

Levantamento ouviu 1.600 pessoas entre os dias 30 de maio e 1º de junho; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Publicado em

 / CNN Brasil

Segundo levantamento divulgado pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (2), o senador Wellington Fagundes (PL) lidera cenários de primeiro e segundo turnos na disputa pelo governo de Mato Grosso.

O pré-candidato do PL lidera o primeiro cenário com 35% das intenções de voto, seguido pelo também senador Jayme Campos (União Brasil), com 23%; o atual mandatário do Palácio Paiaguás, Otaviano Pivetta (Republicanos), é o terceiro colocado, com 19%Natasha Slhessarenko (PSD) soma 10%; Rafael Milas (Missão), 2%; e Marcelo Maluf (Novo)1%.

No segundo cenário testado para o primeiro turno do governo mato-grossense, desta vez sem Campos, Milas e Maluf, Fagundes lidera novamente, agora com 40%; Pivetta tem 29%; e Shlessarenko, 16%.

Somam 8% aqueles que votariam em branco ou nulo, enquanto os indecisos somam 7%.

Segundo Turno

Foram testados seis possíveis cenários de segundo turno. No primeiro deles, Wellington Fagundes, com 44%, aparece à frente de Pivetta, que registra 35%. Aqueles que votariam em branco ou nulo correspondem a 11%; indecisos totalizam 10%.

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Fagundes com 51% também lidera contra Campos, que tem 28%. Aqueles que votariam em branco ou nulo somam 11%; os indecisos, 10%

No último possível cenário simulado com Fagundes no segundo turno, o senador continuaria na liderança, com 54%, 31 pontos percetuais à frente de Shlessarenko, que pontua 23%. Aqueles que votariam em branco ou nulo são 12%; indecisos, 11%.

No quarto cenário simulado, Otaviano Pivetta lidera com 40%, seguido de Campos, com 29%. Aqueles que votariam em nulo ou branco equivalem a 17%; indecisos, 14%.

Campos e Shlessarenko aparecem empatados no limite da margem de erro num eventual segundo turno. O senador do União Brasil teria 33%, frente aos 29% da pré-candidata do PSD. Aqueles que votariam em branco ou nulo somam 18%, enquanto 20% não souberam responder.

No último cenário de segundo turno simulado, Otaviano Pivetta surge com 45%, enquanto Shlessarenko soma 28%. Indecisos são 14%, enquanto aqules que votariam em branco ou nulo, 13%.

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Metodologia

O Instituto Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas entre os dias 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo MT-01755/2026.

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Política

Erika Hilton acusa senadores de MT de defenderem ‘escala 7×0’; Jayme nega e fala em distorção

Senador mato-grossense afirma que proposta apenas amplia a possibilidade de escolha da jornada semanal; Wellington Fagundes ainda não comentou o assunto.

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A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) afirmou em suas redes sociais que os senadores e pré-candidatos ao Governo de Mato Grosso Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL) estão entre os parlamentares que assinaram a PEC nº 12/2026, encabeçada por Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo a deputada, a proposta abriria caminho para a criação da chamada “escala 7×0”, em que o empregado trabalharia todos os dias da semana.

“O senador Flávio Bolsonaro e seus aliados apresentaram uma PEC no Senado que acaba com a CLT e cria a escala 7×0”, escreveu Erika.

Ao Rdnews, Jayme confirmou que assinou a proposta de Rogério Marinho, mas acusou a deputada de distorcer o conteúdo da PEC. “Não cria escala 7×0. Isso não existe”, afirmou o senador. Segundo ele, o texto apenas garante ao trabalhador a possibilidade de optar por uma jornada de 40 horas ou de 44 horas semanais, caso assim deseje.

O parlamentar mato-grossense ressaltou ainda que a proposta precisará passar por todas as comissões do Senado e que dificilmente será votada ainda neste ano. Para Jayme, a matéria que tem mais chances de chegar ao plenário é a proposta aprovada pela Câmara que trata da escala 5×2. “Vou votar favorável”, revelou.

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Questionado sobre o momento do debate, Jayme reclamou da politização do tema e avaliou que a discussão acaba contaminada pelo cenário eleitoral.

Já Wellington Fagundes não foi localizado para comentar o assunto. O espaço segue aberto. Na semana passada, contudo, o senador deu sinais de ser contrário ao fim da escala 6×1. Em vídeo publicado nas redes sociais, o liberal afirmou que o tema é sério demais para se transformar apenas em “discurso bonito”.

“Esse projeto precisa ser debatido com responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empresários e entendendo a realidade de quem está na ponta. Não dá para falar em mudança sem fazer a conta fechar”, declarou.

Já o senador Carlos Fávaro (PSD) é um defensor da escala 5×2 e sustenta que a medida ajudará a reduzir a exaustão dos trabalhadores.

Pec da oposição

A proposta, protocolada na quinta-feira (28/5), um dia depois de a Câmara Federal aprovar a PEC que acaba com a escala 6×1 — prevê que os empregados poderão negociar a escala de trabalho com o contratante. “Prevê a possibilidade de opção pelos empregados quanto à jornada de trabalho, podendo escolher entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas”, diz trecho do texto que está na CCJ.

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Veja publicação de Erika Hilton: 

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